sábado, 30 de abril de 2016

UMA MANEIRA POUCO CORTÊS PARA SE DIRIGIR A UMA GRANDE MULHER

Estou imensamente decepcionada com o povo brasileiro. Jogam a credibilidade de uma mulher impecável, decente, digna de ocupar o cargo que ocupa, com um golpe baixo e sujo como como este. Não consigo imaginar o Temer e o Cunha ocupando a cadeira dela ( aliás, o Cunha usando  "a cara" do Homem que ri", do Victor Hugo, deveria estar é em uma cadeia  no inferno, para purificar um pouco de sua inveja, ganância e sede de poder....

 O Temer deveria "temer o futuro" pois aqui se faz, aqui se paga.( Bela dupla de crápulas). Ao invés de estar fazendo este carnaval, fora de época, no país, deveriam ganhar um vidro de "Óleo de Peroba", para dar mais brilho em suas caras de pau. A governante do Brasil já esteve presa, durante a ditadura militar, lutando para defender essa nação.

 Foi humilhada, torturada.... (até rato em sua vagina colocaram). Penso, mais uma vez, que homem é uma desgraça mesmo; está sempre querendo se sobrepor e pensar que pode ser melhor que o sexo feminino. Creio que já escrevi vários textos para o Paritário, falando da degradação dos homens (rastejam como serpentes no meio feminino, porque homem sem moral tem mesmo é que rastejar na terra, junto com outros répteis peçonhentos).

 Se ainda estivéssemos no tempo das cavernas ou na era naerdental ainda teríamos o argumento de que poderiam melhorar pois o mundo só estava no seu início. Já estamos em 2016 e nada mudou; poucos homens se salvam desse excremento todo.

 Suponho que deveriam se afogar nele pois homem que é homem de verdade compartilha, pensa junto, criam, edificam, transformam algo ruim em algo melhor para ambos...
 Para lhes ser sincera, minha cabeça dói; estou enojada de escrever sobre algo que está denegrindo a imagem da mulher. Com isto não quero dizer que não existe mulher má mas, a maioria delas ficou assim para se vingar de um grande sofrimento causado pelo homem.

. Deixo aqui os meus cumprimentos à senhora Dilma Roussef, presidente da República Federativa do Brasil por estar dando o melhor exemplo de grandeza em sua altivez, na sua integridade e educação. Todos estes homens que estão brigando pelo poder mais alto do pais, deveriam era cooperar para melhorar a situação instável por que passa os brasileiros.

 O cidadão Aécio Neves, suponho, é o crápula que conduz a corrente dos homens que devem se afogar no excremento; isto é, se ainda não foi abduzido por uma overdose. Poderia ir mais longe, mas nunca escrevi algo que me deixasse tão enojada e com repugnância...
Texto de: JUSSARA SARTORI
Escritora, Poetisa & Freelance

UN MODO PIUTTOSTO ESSERE CHE CONDUCE AD UNA GRANDE DONNA.


Sono immensamente delusa con il popolo brasiliano. Gettano la credibilità di una donna impeccabile, decente, degno della posizione che occupa, con un colpo basso e sporco come come questo. Non riesco a immaginare Temer e Cunha che occupa la sedia che (a proposito, il cuneo utilizzando il "volto" di uomo che ride, "Victor Hugo, dovrebbe essere è in una prigione in un inferno, per purificare una parte della sua invidia, avidità e sete di potere .... il Temer dovrebbe "paura del futuro" per qui è finito, viene intorno.
 
 Bella coppia di furfanti). invece di fare questo carnevale, fuori stagione, i genitori dovrebbero fare un bicchiere di "olio di Peroba" per dare più lucentezza sul viso di poker. il ministro del Brasile è stato già arrestato durante la dittatura militare, la lotta per difendere il paese ... è stato umiliato, torturato .... (fino mouse Mettila vagina)
 
 Penso che, ancora una volta, che l'uomo è una vergogna che; .. è sempre alla ricerca di sovrapporsi e pensare che può essere migliore di quello femminile credo di aver scritto diversi testi per il comune, parlando della degenerazione degli uomini ( strisciando come serpenti nella metà femminile, perché l'uomo senza moralità ha è a strisciare sul terreno, insieme ad altri rettili velenosi) se fossimo ancora ai tempi delle caverne o era naerdental avremmo ancora l'argomento che podederiam migliorare perché il mondo era solo in a cominciare.
 
 Ora siamo nel 2016 e nulla è cambiato; alcuni uomini sono salvati tutta questa merda. Suppongo che dovrei annegare perché l'uomo è quote vero uomo, pensare insieme, creare, costruire, girare qualcosa di brutto in qualcosa di meglio per entrambi ... A dire il vero, la mia testa fa male; Sono stufo di scrivere di qualcosa che sta denigrando l'immagine della donna.
 
 Questo non vuol dire che non ci sia una donna cattiva, ma la maggior parte di loro si presentava così tornare ad una grande sofferenza causata dall'uomo. Lascio qui i miei complimenti alla signora Dilma Rousseff, Presidente della Repubblica federativa del Brasile da dare il miglior esempio di grandezza nel loro orgoglio nella loro integrità e l'istruzione. 
 
 Tutti questi uomini che si battono per la maggiore potenza del Paese, dovrebbero cooperare per migliorare era la situazione instabile passando brasiliani. Aécio Neves cittadino, suppongo, è il furfante che guida il flusso di uomini che sono annegamento in escrementi; vale a dire, non è stato rapito da un overdose. Potrei andare avanti, ma non ha mai scritto una cosa che mi ha lasciato così male e disgustato ....
 
 
TESTO DI: JUSSARA SARTORI
SCRITTRICE, POETESSA & fREELANCE

quinta-feira, 14 de abril de 2016

UMA DESIGUALDADE MARCANTE ENTRE HOMENS E MULHERES


Nenhuma desigualdade entre as pessoas faz parte da natureza humana, mas desde os primordios dos tempos ela existiu, Infelizmente, entre homens e mulheres ainda é possível constatar profunda discrepância de direitos, mesmo com alguns avanços consideráveis nos últimos anos. O dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, pode ser uma ótima oportunidade de discutir as questões de gênero e sinalizar esperança de igualdade. A assistente social, que milita na Marcha Mundial das Mulheres e integra a Sempre viva Organização Feminista, nos propõe algumas pautas importantes para um debate sadio, que agradada a todos    É possível falar em avanços nos direitos da mulher, nos últimos anos?

    Há uma parte importante de avanço que é o aumento do número de mulheres no mercado de trabalho. Isso é relevante do ponto de vista da autonomia econômica das mulheres. Segundo o IBGE (2011), as mulheres são 45,4% da população ocupada e 46,1% da população economicamente ativa. Por outro lado, persistem muitas desigualdades: as mulheres continuam ganhando menos, cerca de 70% do que os homens ganham, mesmo considerando que as mulheres hoje são mais escolarizadas do que os homens; ainda são exceção em cargos importantes e de decisão, embora seja crescente o número de mulheres em algumas ocupações; e a mulher continua em setores considerados femininos que são mais desvalorizados.
 
 
 No Brasil, o emprego doméstico é o principal mercado de trabalho principalmente para as mulheres negras. Apenas 28% têm carteira assinada e, destas, 72% ganham menos que o salário mínimo. Temos visto também que, em relação às mulheres negras, persiste a desigualdade de menores salários e ocupações mais desvalorizadas em relação às mulheres brancas.     Além do avanço no mercado de trabalho, a legislação de proteção à mulher também avança?

    Em relação à proteção da mulher, hoje já existem leis que a amparam, como é o caso da Lei Maria da Penha, na questão da violência. Porém, apesar dos avanços e das leis, quando olhamos a realidade, vemos que ela é bastante incomplexa e que a lei sozinha é insuficiente para mudar a situação de violência contra a mulher. A respeito da Lei Maria da Penha, um avanço é o aumento das denúncias, mas o Brasil continua como um dos países considerados muito violentos, segundo o Mapa da Violência/2012.
 
 O Brasil, entre os 84 países do mundo pesquisados, consta como o sétimo em homicídios. Inclusive está em curso no Brasil uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito  da violência contra a mulher, que o Senado propôs para investigar o descaso em relação a este tipo de violência que ocorre no Brasil. Existe uma lei importante de proteção à mulher, mas ela não está implementada integralmente.
 
 Observa-se, inclusive, uma grande omissão dos estados em relação à implementação dessa lei, seja na aquisição de equipamentos, seja na questão orçamentária para o combate à violência contra as mulheres. Conclui-se, então, que falta investimento para implementar a lei e colocar em prática uma política, primeiro de prevenção contra a violência e, depois, de atendimento integral à mulher vítima da violência. Porque os dados a respeito disso no Brasil são bastante alarmantes. Segundo pesquisa nacional da Fundação Perseu Abramo, a cada dois minutos, cinco mulheres sofrem violência.
    A mulher está no mercado, mas não abandonou as lides da casa. Então ela assume muitos papéis?

    As mulheres estão ocupando cada vez mais o mercado de trabalho, mas a sociedade ainda funciona como se todas as mulheres fossem donas de casa simplesmente, com tempo integral em casa. As mulheres continuam fazendo a maior parte do trabalho doméstico, do cuidado das crianças, dos idosos etc. Um dos grandes problemas, que inclusive tem sido motivo de discussão em períodos eleitorais, é a questão da ampliação do número de vagas em creches.
 
 No Brasil, somente 18% das crianças têm acesso à creche. Isso é um problema impeditivo para a mulher acessar o mercado de trabalho, e muitas vezes implica para a mulher tomar decisões com relação à vida profissional, redução de carga horária com redução de salário. Ou seja, a mulher acaba tendo que conciliar sua vida particular com a vida profissional. Além do que, isso ocasiona sobrecarga de trabalho. Existe outra discussão, que é a questão do tempo social. 
 
Quando a responsabilidade fica com a mulher, como se fosse obrigação somente dela, e fica com quase todo o seu tempo voltado para o trabalho, isso significa menos tempo para participação social, para o lazer etc. Temos o grande desafio de romper essa divisão sexual do trabalho. Hoje mais de um terço das famílias são sustentadas pelas mulheres. Os homens não são os únicos provedores. O trabalho doméstico e de cuidado precisa ser assumido na sociedade através das políticas públicas e pelos homens.
    Quando se observa o desequilíbrio das relações de gênero entre homens e mulheres, você diria que isso é um aspecto cultural enraizado?

    Nós vivemos a cultura patriarcal misógina. E temos visto que isso significa desigualdade, ideia de mercantilização do corpo e da vida das mulheres, mulheres consideradas objetos. Aliás, uma marca dos tempos atuais é a mulher considerada mercadoria. A prostituição é entendida por alguns como um trabalho, mas para nós é uma extrema exploração do corpo das mulheres, a banalização do corpo e da vida. Por outro lado, o que define as desigualdades entre homens e mulheres não são somente os aspectos culturais, mas também a base material, que é a desigualdade econômica, a sobrecarga de trabalho sobre a mulher, falta de acesso a espaços de decisão.
 
 Ou seja, as mulheres continuam sendo minoria ocupando postos de decisão do ponto de vista da participação política, ainda que tenhamos uma mulher na presidência, como temos e os homens corruptos querem tirar a nossa querida Dilma, talvez por se acharem melhor que nós. Eles? São um exército de corruptos querendo podar a inteligência e a feminilidade nossa.As mulheres continuam bem abaixo da posição que deveriam ocupar na representação perante a sociedade.
    As organizações de mulheres têm discutido também as esperanças para mudanças desse cenário?

  Nós continuamos acreditando que as mudanças vêm através da organização das mulheres. Porque a desigualdade entre homens e mulheres não é só um efeito desse modelo que vivenciamos. Ela é parte desse próprio modelo de sociedade que se nutre da opressão das mulheres. E acreditamos que nós, mulheres, temos um papel de nos mantermos organizadas, de nos mantermos na luta, exigindo mudanças, construindo consciência. Pois, apesar dos avanços, não podemos nos acomodar pensando que as coisas se resolvem por si mesmas.
 
O que percebemos muitas vezes é que há avanços na sociedade, mas que também há retrocessos. E por isso é necessário seguir lutando para uma transformação geral da sociedade. As mulheres têm lutado e se organizado como sujeito político em todos os setores: no campo, na cidade, contribuindo para mudanças. E há pouco houve, por exemplo, uma conquista importante para as empregadas domésticas, que foi a aprovação da lei que torna iguais seus direitos aos direitos das outras classes trabalhadoras. Era uma luta de muito tempo e a vitória chegou: produto da luta das mulheres organizadas.
    Como você vê a abordagem dessa temática de gênero no âmbito curricular das escolas?

    Essa é uma questão que temos demandado aos governos municipais e estaduais, através das conferências de políticas para as mulheres. Precisamos introduzir essas questões das desigualdades, não só de gênero, mas também de raça e orientação sexual, nos currículos escolares. Da mesma forma, deve ser feita a análise da violência, a construção das mulheres como seres inferiores e homens superiores reproduzida na sociedade através dos meios de comunicação na família, inclusive na escola, que é um importante espaço socializador. Infelizmente, às vezes, ela ainda reproduz a desigualdade entre meninos e meninas, entre brancos e negros, ou não tem uma visão crítica sobre a questão da violência, da orientação sexual.
 
 É possível observar manifestações machistas e racistas por parte não somente dos alunos, mas também por parte do corpo docente. Os meninos são educados como se a violência fosse constitutiva da sua identidade masculina. Isso, muitas vezes, é tratado como se fosse natural, o que só reforça esse comportamento inadequado na sociedade. Nesse sentido, a educação é muito importante para fazer mudanças e educar pessoas livres de preconceitos. Para transformar a sociedade, precisamos transformar também a escola.

As mulheres e suas bandeiras

Hoje, encaramos desde a luta cotidiana contra a violência, que atinge diretamente as mulheres, mas também nos juntamos na luta pela soberania alimentar, pela economia solidária etc. Introduzimos todos os aspectos de luta no nosso calendário. Não são apenas especificidades. Há uma luta pela autodeterminação das mulheres, pelo direito de decidir se querem ou não ter filhos, pela saúde. Tudo isso é parte importantíssima da nossa agenda.

Temos lutado pela autonomia econômica, que não é só autonomia financeira, mas que junta a questão por renda e pelas políticas públicas. Enfocamos também a mercantilização do corpo das mulheres, que gera violência e visão das mulheres como objeto, a questão da prostituição...

A questão da terra e dos grandes projetos é também reivindicação feminina por uma mudança de modelo. Que se pense um novo modelo a partir da reprodução da vida, que venha proporcionar qualidade de vida às pessoas. Buscamos combater um modelo de sociedade que explora, que deteriora o ambiente. Estamos na luta geral contra este modelo econômico, um modelo de desenvolvimento que pensa grandes obras sem priorizar estruturas voltadas à vida das pessoas.

A Marcha Mundial das Mulheres tem também um campo vasto de atuação. Atua na questão do trabalho, na autonomia econômica, na luta contra a violência, pela paz e pela desmilitarização. Se você pegar a região da Europa, a Marcha está muito focada contra as políticas de austeridade, contra o desemprego que afeta diretamente as mulheres. Na África, a Marcha está voltada para a questão da solidariedade com as mulheres e contra a violência.

Fomos parte organizadora do Fórum Social Palestina Livre, para trabalhar a solidariedade com as mulheres da Palestina. Nesta região do mundo, o imperialismo se impõe através de Israel para destruir as pessoas e ocupar o território. A gente vê cada vez mais o uso de armas, o aumento dos orçamentos para segurança, para guerra, em detrimento a outras políticas, e isso também tem sido uma bandeira de luta internacional.

A nossa visão do feminismo é que temos que fazer uma luta contra todo o sistema, porque todos os aspectos do modelo se articulam para a opressão das mulheres.Mas não podemos parar; temos que seguirmos em frente , vestidas de um forte escudo que nos proteja de qualquer maldade lançada para nós, em cima de nó.


Texto de:JUSSARA SARTORI
Escritora, Poetisa & Freelance

DISIGUAGLIANZA COLPISCE TRA UOMINE DONNE


No diseguaglianza tra le persone fa parte della natura umana, ma dal momento che l'inizio di tempo è esistito, purtroppo, tra uomini e donne è ancora possibile vedere discrepanza diritti profondi, anche con alcune notevoli progressi negli ultimi anni. L'8 marzo, giornata internazionale della donna può essere una grande opportunità per discutere di questioni di genere e segnale di speranza di uguaglianza. L'assistente sociale, militando nella Marcia Mondiale delle Donne e integra Sempreviva femminista Organizzazione, propone alcune importanti linee guida per un sano dibattito, che piacque a tutti è possibile parlare di progressi nel campo dei diritti delle donne in questi ultimi anni?

    
Vi è una parte importante di che il progresso è l'aumento del numero delle donne nel mercato del lavoro. Ciò è importante dal punto di vista dell'autonomia economica delle donne. Secondo IBGE (2011), le donne sono il 45,4% della popolazione attiva e il 46,1% della popolazione economicamente attiva. D'altra parte, ci sono ancora molte disuguaglianze: le donne guadagnano ancora meno, circa il 70% di quello che guadagnano gli uomini, anche considerando che le donne oggi sono più istruite degli uomini.
 
 Sono ancora l'eccezione in posizioni importanti e il processo decisionale, anche se è in aumento il numero delle donne in determinate professioni; e la donna rimane in settori considerati le donne che sono più svalutato. In Brasile, occupazione interna è il principale mercato del lavoro soprattutto per le donne nere. Solo il 28% ha un contratto formale e di questi, il 72% guadagna meno del salario minimo. Abbiamo anche visto che in relazione alle donne nere, vi è la disparità di salari più bassi e le occupazioni più svalutati rispetto alle donne bianche. Oltre al progresso nel mercato del lavoro, la legislazione sulla protezione donna avanza anche?

    
Per quanto riguarda la protezione della donna, oggi ci sono già leggi che si tengono, come è il caso di Maria da Penha legge, il problema della violenza. Tuttavia, nonostante i progressi e le leggi, quando guardiamo la realtà, vediamo che è abbastanza incomplexa e la legge da sola non è sufficiente per cambiare la situazione di violenza contro le donne. Per quanto riguarda la legge Maria da Penha, un miglioramento è l'aumento delle denunce, ma il Brasile rimane uno dei paesi considerati molto violenti, secondo la mappa della violenza / 2012. Il Brasile è tra i 84 paesi esaminati, elencati come il settimo in omicidi. Inclusive è in corso in Brasile una commissione parlamentare mista d'inchiesta della violenza contro le donne, il Senato ha proposto di indagare l'abbandono in relazione a questo tipo di violenza che si verifica in Brasile. Vi è una legge importante proteggere la donna, ma lei non è pienamente attuata.
 
 Si osserva, tra cui un grande fallimento degli Stati in relazione all'attuazione della presente legge, è l'acquisto di attrezzature, se il problema di bilancio per la lotta alla violenza contro le donne. Ne consegue, quindi, che la mancanza di investimenti per applicare la legge e mettere in pratica una politica di prevenzione contro la violenza prima e la cura poi completa per donne vittime di violenza. Poiché i dati su di esso in Brasile sono piuttosto allarmanti. Secondo l'indagine nazionale di Perseo Abramo Fondazione, ogni due minuti, cinque donne subiscono violenza.
    
La donna è sul mercato, ma non ha abbandonato le faccende di casa. Poi prende in molti ruoli?

    
Le donne stanno giocando sempre più il mercato del lavoro, ma la società opera ancora come se tutte le donne erano casalinghe semplicemente, con a tempo pieno a casa. Le donne fanno ancora la maggior parte dei lavori domestici, la cura dei bambini, ecc anziani Un grave problema, che è anche stato oggetto di discussione in fase di elezione è la questione di aumentare il numero di posti vacanti nelle scuole materne. In Brasile, solo il 18% dei bambini ha accesso alla cura dei figli.
 
 Si tratta di un problema di ostacolo per le donne di accedere al mercato del lavoro e spesso implica per le donne a prendere decisioni per quanto riguarda la vita professionale, la riduzione del carico di lavoro con riduzione di stipendio. Cioè, la donna finisce per avere a conciliare vita privata e vita professionale. Inoltre, ciò comporta un sovraccarico di lavoro. C'è un altro argomento, che è la questione del tempo sociale. Quando la responsabilità è con la donna, come se fosse il suo unico obbligo, e ottiene quasi tutto il suo tempo di tornare al lavoro, questo significa meno tempo per la partecipazione sociale, tempo libero etc. Abbiamo la grande sfida di rompere questa divisione sessuale del lavoro. Oggi più di un terzo delle famiglie sono supportati da donne. Gli uomini non sono gli unici fornitori. Il lavoro domestico e la cura deve essere presa nella società attraverso politiche pubbliche e dagli uomini.
    
Quando si osserva lo squilibrio delle relazioni di genere tra uomini e donne, lei direbbe che questo è un aspetto culturale radicata?

    
Viviamo la cultura patriarcale misogina. E abbiamo visto che questo significa disuguaglianza, mercificazione del corpo e idea di vita delle donne, le donne considerate oggetti. Tra l'altro, un segno dei tempi è la donna considerata merce. La prostituzione è visto da alcuni come un lavoro, ma per noi si tratta di un estremo sfruttamento del corpo delle donne, la banalizzazione del corpo e della vita.
 
 D'altra parte, che definisce le disuguaglianze tra uomini e donne non sono solo culturali, ma anche il materiale di base, che è la disuguaglianza economica, il sovraccarico di lavoro per le donne, la mancanza di accesso agli spazi decisionali. In altre parole, le donne sono ancora una minoranza che occupano posizioni decisionali dal punto di vista della partecipazione politica, anche se abbiamo un presidente donna, come abbiamo e uomini corrotti vogliamo prendere il nostro caro Dilma, forse perché si sentono meglio di noi. Essi? Si tratta di un esercito corrotto, volendo a potare l'intelligenza e la femminilità nossa.As donne ancora ben al di sotto della posizione che dovrebbe assumere la rappresentanza della società.
    
Le organizzazioni femminili hanno anche discusso le speranze per cambiare questo scenario?

  
Continuiamo a credere che i cambiamenti arrivano attraverso l'organizzazione delle donne. Perché la disuguaglianza tra uomini e donne non è solo un effetto di questo modello che sperimentiamo. Fa parte di quella stessa modello di società che alimenta l'oppressione delle donne. E crediamo che noi donne hanno un ruolo da tenerci organizzata, per tenerci nella lotta, chiedendo il cambiamento, sensibilizzazione. Infatti, nonostante i progressi, non possiamo ospitare noi a pensare che le cose si risolvono da soli.
 
 Quello che vediamo spesso è che non c'è progresso nella società, ma ci sono anche battute d'arresto. E così abbiamo bisogno di continuare a lottare per una trasformazione generale della società. Le donne hanno combattuto e organizzata come soggetto politico in tutti i settori: l'azione nella città, contribuendo a cambiare. E proprio lì, per esempio, un risultato importante per le cameriere, che era l'approvazione della legge che rende uguali diritti ai diritti di altre classi di lavoro. E 'stata una lotta per un lungo periodo di tempo e la vittoria è arrivata: prodotto della lotta delle donne organizzate.
    
Come vede questo approccio le questioni di genere nel contesto curricolare delle scuole?

    
Questo è un problema che abbiamo citato in giudizio i governi statali e locali, attraverso conferenza politica per le donne. Abbiamo bisogno di introdurre questi problemi di disuguaglianza, non solo di genere, ma anche correre e l'orientamento sessuale, nei programmi scolastici. Allo stesso modo, l'analisi della violenza dovrebbe essere fatto, la costruzione di donne come gli uomini inferiori e superiori giocato nella società da parte dei media in famiglia, tra cui la scuola, che è un importante spazio di socializzazione. Purtroppo, a volte riproduce anche la disuguaglianza tra ragazzi e ragazze, tra bianchi e neri, o non ha una visione critica sul tema della violenza, di orientamento sessuale.
 
 È possibile assistere a dimostrazioni sessiste e razziste, non solo gli studenti, ma anche dalla facoltà. I ragazzi vengono educati come se la violenza fosse costitutiva della loro identità maschile. Questo spesso è trattata come se fosse naturale, che non fa che rafforzare questo comportamento inadeguato nella società. In questo senso, l'educazione è molto importante per fare i cambiamenti ed educare i pregiudizi di persone libere. Per trasformare la società, abbiamo anche bisogno di trasformare la scuola.
Le donne e le loro bandiere
Oggi, ci troviamo di fronte dalla lotta quotidiana contro la violenza che colpisce direttamente le donne, ma ci uniamo nella lotta per la sovranità alimentare, economia solidale, ecc Introduciamo tutti gli aspetti della lotta nel nostro calendario. Non solo sono specifici. C'è una lotta per l'autodeterminazione delle donne, il diritto di decidere se avere o meno figli, per la salute. Tutto questo è parte molto importante della nostra agenda.
Abbiamo combattuto per l'autonomia economica, che non è solo l'autonomia finanziaria, ma unendo la questione in base al reddito e politiche pubbliche. Inoltre ci concentriamo sulla mercificazione del corpo delle donne, che genera la violenza e la visione delle donne come oggetti, la questione della prostituzione ...
La questione dei progetti di terra e di grandi dimensioni è anche la domanda delle donne per un cambio di modello. Pensare un nuovo modello della riproduzione della vita, che fornirà la qualità della vita per le persone. Noi cerchiamo di combattere un modello di società che sfrutta, che si deteriora l'ambiente. Siamo nella lotta generale contro questo modello economico, un modello di sviluppo che pensano che le grandi opere senza priorità strutture orientate alla vita delle persone.
La Marcia mondiale delle donne ha anche un ampio campo di azione. Essa opera sul tema del lavoro, l'autonomia economica, nella lotta contro la violenza, per la pace e smilitarizzazione. Se si prende la regione d'Europa, la marcia è molto concentrato contro le politiche di austerità, la disoccupazione colpisce direttamente le donne. In Africa, la marcia è focalizzata sul tema della solidarietà con le donne e contro la violenza.
Abbiamo organizzatore del Social Forum Free Palestine, a lavorare la solidarietà con le donne della Palestina. In questa regione del mondo, l'imperialismo è imposto da Israele di distruggere il popolo e occupare il territorio. Vediamo sempre di più l'uso di armi, l'aumento dei budget per la sicurezza, alla guerra, a scapito di altre politiche, e questo è stato anche una bandiera internazionale di battaglia.
La nostra visione femminista è che abbiamo a che fare una lotta contro tutto il sistema, in quanto tutti gli aspetti del modello sono legate alla oppressione delle donne.Ma non possiamo fermarci; dobbiamo andare avanti, festidas un forte scudo per proteggerci da ogni lançadada male per noi, su nodo.
 
 
Testo di:  JUSSARA SARTORI
Scrittrice, Poetessa & Freelance