quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

FEMINICÍDIO: O TERMO ESTRANHO DE UMA DOR CONHECIDA...

Quando uma mulher morre por ser mulher, a violência de gênero se traduz em ‘feminicídio’.

Feminicídio é uma palavra pouco conhecida. provavelmente é um daqueles termos que  suas amigas, familiares e conhecidas também nunca ouviram falar. o termo é mesmo pouco recorrente em nosso cotidiano. aliás, é um termo confuso e que lembra outros tantos (homicídio, genocídio, suicídio…). podemos não saber o que os unifica e o que significa o ‘cídio’ ao final de cada um deles, mas, mesmo assim, eles são extremamente presentes em nosso cotidiano – atravessam as gerações, repetem-se, marcam diariamente…

Infelizmente, o feminicídio entra nesse mesmo quadro de ocorrências. é frequente e é dolorosamente diário – ainda que o termo não seja recorrente e os nossos olhos não estejam acostumados a ele.

Mas você já ouviu falar dele. ou você leu sobre ele. ainda que em outra roupagem. o feminicídio, normalmente, apresenta-se como crime passional. a passionalidade é comumente associada às mortes de mulheres justamente porque elas são cometidas, em uma assustadora porcentagem, por maridos, ex-maridos, companheiros, amantes, namorados…uma terrível associação à paixão – quando o seu nome é, na verdade, violência.

O feminicídio é o termo que utilizamos para homicídios de mulheres em função de seu gênero. já foi usado para se referir à morte de mulheres, mas hoje abarca um conceito mais político. a feminista e teórica Diana Russell conceituou e compreendeu que o feminicídio englobava questões de poder –  e hoje nós utilizamos o termo para nos referirmos às mulheres que morrem por serem mulheres. é o que também abarca a ‘misoginia’ (o ódio ao gênero feminino).

Talvez você nunca tenha ouvido falar que mulheres podem morrer por serem mulheres, apesar de, caso você seja uma mulher, já tenha temido por isso – ou tenha, infelizmente, vivido com essa questão muito próxima a você. ou talvez você ache improvável alguém ‘odiar’ uma mulher por ela ser uma mulher.

Porém, a violência a que as mulheres estão marcadas passa pelo consentimento da violência: foram muitos anos em que os maridos ou os pais podiam simplesmente matar suas esposas dependendo de suas condutas em sociedade. esse é o exemplo extremo, mas as mulheres ainda hoje morrem em função do ódio e do desprezo destinados ao seu gênero. o ódio passa pelas gerações e é perpetuado pelo senso comum – ao qual o machismo se encaixa.

Quando as feministas falam que o machismo mata, não é apenas força de expressão. ele mata, sim, e todos os dias. mulheres que morrem em função de seu gênero são as vítimas do patriarcado – esse outro termo estranho, mas que traduz uma realidade bem nossa conhecida. mulheres morrem porque uma sociedade patriarcal (aquela que é baseada no poder masculino, no poder do homem sobre a mulher, principalmente) as mata em função da violência – as mata porque seus companheiros sentem-se donos e proprietários dessas mulheres.

Uma mulher que morre nas mãos de um ex-namorado que se recusa a aceitar o fim de um relacionamento é mais uma vítima do feminicídio  –  e da sua sociedade patriarcal. e não porque esse homem, indivíduo, sofre de ‘patriarcado’. ele é, também, agente e vítima do machismo. é machista e mata – porém, assim foi a vida inteira educado, adestrado, e nunca achou estranho se sentir dono de sua companheira.

Quando os homens acham normal assediar uma mulher na rua, ofendê-la, violentá-la oralmente, agredi-la – tudo isso, e mais uma porção de coisas que chamamos de machismo –  é que se resulta na violência. começa como uma “força de expressão” e termina como ação. termina em consentimento.

Ato pela vida das mulheres em Santa Maria (RS). Foto: Marcelo De Franceschi.

Uma ação extrema e violenta, como um assassinato  – um feminicídio – normalmente é resultado dessa conivência e desse comodismo que temos com o machismo (afinal, “ela é uma vadia mesmo, estava pedindo com aquela roupa; foi só um elogio, não uma cantada; ela estava bêbada, pediu para levar; andava na rua sozinha; se dedica muito à carreira e esquece da família; me trocou por outra pessoa; fica insistindo nessa história de feminismo, quando as mulheres já estão aí, com tudo o que merecem; feminismo é o contrário de machismo…”).

Não é culpa das mulheres a violência que sofrem. normalmente, em muitos casos, mulheres não possuem independência financeira para denunciarem agressões. e em outros diversos casos, ainda podem estar pressionadas pela dependência emocional. e isso não é porque elas não são capazes de se virarem sozinhas, mas é resultado de muitos anos de violência simbólica – de opressão, de machismo, de senso comum – do pensamento que as condena pelo divórcio, pela opção de vida para além da casa e dos filhos, pela sua orientação sexual, pelo seu padrão de corpo, pela sua classe, pela sua cor…

Alguns dados apavoram. eles fazem parte do Mapa da Violência – Mulheres de 2012. quase 70% dos casos de agressão às mulheres ocorrem na esfera doméstica – e agressão  fatalmente leva ao feminicídio. aqui no brasil, mais de 40% das agressões contra mulheres são provocadas por parceiros e ex-parceiros – porém, da faixa etária dos 20 aos 49 anos, a porcentagem desses ataques por parceiros é ainda maior: mais de 65%.

E o Brasil, na esfera global que abarcam as pesquisas da Organização Mundial da Saúde, ocupa o sétimo lugar, entre 84 nações, como um dos países com elevado nível de feminicídios.

E este ano ainda tivemos acesso às pesquisas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) que caracterizam a ‘ineficácia’ da lei Maria da Penha, promulgada em 2006. 15 mulheres são mortas por dia no brasil, uma a cada uma hora e meia – mesmo depois da lei Maria da Penha. essa mesma lei é a principal responsável pelo reconhecimento e pela identificação de que existe violência doméstica. é ela um dos principais mecanismos que temos hoje para tentar combater os feminicídios. mas é uma lei que não consegue impedir, em sua totalidade, assassinatos de mulheres porque uma lei apenas não basta. toda a nossa cultura da violência contra a mulher (de consentimento com os feminicídios, de cultura do estupro, de objetificação e ‘coisificação’ dos corpos, de racismo e lesbofobia…) atravanca a eficácia de uma lei pelo fim da violência.

O feminicídio não simboliza que a vida das mulheres “vale mais do que a vida dos homens”. a morte é um processo e um fato para todas e todos, e ela não exclui homens de mulheres. porém, as causas da morte não são sempre iguais e é preciso compreendê-las sempre para que possamos futuramente evitá-las. entender o feminicídio não é supervalorizar a vida da mulher em detrimento da do homem. é simplesmente entender que quando as mulheres morrem por serem mulheres, vítimas do machismo corporizado em seus companheiros, pais, amigos, parentes e etc, nós ainda não estabelecemos uma sociedade igual entre mulheres e homens – e ainda estamos, e dói admitir, muito longe disso.

A violência tem inúmeras facetas. entender a sua causa é uma considerável parte do processo de erradicá-la. mulheres sofrem por serem mulheres; por serem mulheres e pobres; por serem mulheres e negras; por serem mulheres e homossexuais…

É lógico que é preciso minimizar a violência para garantir a qualidade de vida das pessoas. porém, não se combate a violência sem compreender suas causas. o machismo é, sim, a causa de muitas mortes. e já está na hora de ele ser desmascarado, desnudado e exposto – aos olhos e corações de todos. só assim a justiça pelas que tombaram – e a segurança das que ainda virão – valerá a pena.



Texto de: JUSSARA SARTORI
Escritora, Poetisa, Freelance

FEMINICIDIO: TERMINE STRANO DI UNA DOLORE SI NOME...


Quando una donna muore in quanto donna, la violenza di genere si traduce in 'femminicidio'.

femminicidio è una parola sconosciuta. Probabilmente è uno di quei termini che i suoi amici, parenti e anche conosciuto mai sentito parlare. il termine è ancora poco ricorrente nella nostra vita quotidiana. per inciso, è un termine confuso e ricordano come molti (omicidio, il genocidio, il suicidio ...). non possiamo sapere quello che unifica e il significato della 'Cide' la fine di ognuno di loro, ma anche così, sono estremamente presenti nella nostra vita quotidiana - generazioni croce, ripetuto, mark quotidiano ...

purtroppo, il femminicidio entra in questo stesso occorrenze telaio. è frequente ed è dolorosamente quotidiano - anche se il termine è non ricorrente ed i nostri occhi non sono abituati ad esso.

ma avete mai sentito parlare. o avete letto su di esso. anche se in una veste diversa. femminicidio presenta solitamente come delitto passionale. la passionalità è comunemente associato con le donne di morti solo perché sono impegnati, per una percentuale spaventosa, da mariti, ex mariti, partner, amanti, fidanzati ... una terribile associazione con passione - quando il tuo nome è in realtà la violenza.

femminicidio è il termine che usiamo per uccidere donne a causa del loro sesso. È stato usato per riferirsi alla morte di donne, ma oggi abbraccia un concetto più politica. femminista Russell teorica e Diana concettualizzato e si rese conto che femminicidio riguardato questioni di potere - e oggi si usa il termine per riferirsi alle donne che muoiono perché sono donne. è quello che comprende anche la 'misoginia' (odio le femmine).

si può avere mai sentito dire che le donne possono morire perché sono donne, anche se sei una donna, ha già temuto per esso - o ha, purtroppo, vissuto con la questione molto vicino a voi. o si può trovare improbabile che qualcuno 'odio' una donna perché è una donna.

Tuttavia, la violenza di cui le donne sono selezionati attraverso il consenso di violenza: ci sono stati molti anni in cui mariti o genitori potrebbero semplicemente uccidere le loro mogli a seconda del loro comportamento nella società. questo è un esempio estremo, ma le donne ancora muoiono a causa l'odio e il disprezzo per il loro genere. odio passa attraverso le generazioni e si perpetua dal senso comune - a cui il machismo adatta.

quando le femministe dicono che il sessismo uccide, non è solo la forza espressiva. uccide, sì, e ogni giorno. le donne che muoiono a causa del loro genere sono le vittime del patriarcato - che altro strano termine, ma rendendo questo una realtà e la nostra conosciuta. donne muoiono a causa di una società patriarcale (che si basa sul potere maschile nel potere degli uomini sulle donne, per lo più) uccide a causa della violenza - l'uccisione perché i suoi compagni di squadra si sentono proprietari e proprietari di queste donne.

una donna muore per mano di un ex fidanzato che si rifiuta di accettare la fine di un rapporto è più una vittima di femminicidio - e la sua società patriarcale. non perché questo uomo, ragazzo, affetto da 'il patriarcato'. egli è anche agente e vittima di machismo. è sessista e uccide - ma così era la vita educato, addestrato, e mai trovato proprietario sensazione strana di suo compagno.

quando gli uomini trovano molestare regolare una donna in strada, lei offendere, violentarla oralmente, battendo il suo - tutto questo e altro un sacco di cose che chiamiamo machismo - è che si traduce in violenza. inizia come un "modo di dire", e finisce l'azione. finisce in consenso.

un gesto estremo e violento, come un omicidio - un femminicidio - è di solito un risultato di questa connivenza e compiacimento che abbiamo con il machismo (dopo tutto, "lei è una slut anche, è stato chiesto con quei vestiti, ma era solo un complimento, non un teaser , era ubriaco, ha chiesto di prendere, a camminare da solo per strada se dedica molta carriera e dimenticare la famiglia, mi ha lasciato per qualcun altro, è insistendo sul fatto che la storia del femminismo, quando le donne sono già , con tutto ciò che vi meritate; il femminismo è l'opposto di maschilismo ... ").

Non è colpa delle donne che subiscono violenza. di solito, in molti casi, le donne non hanno autonomia finanziaria di denunciare l'aggressione. e molti altri casi, possono essere ancora sotto pressione da dipendenza emotiva. e questo non è perché non sono in grado di difendersi da solo, ma è il risultato di molti anni di violenza simbolica - l'oppressione, il sessismo, il senso comune - il pensiero che condanna il divorzio, la vita dell'opzione in aggiunta a casa ei bambini, per il loro orientamento sessuale, il suo modello di corpo dalla sua classe, per il suo colore ...

alcuni dati di panico. fanno parte della violenza Map - Women 2012. quasi il 70% dei casi di abuso delle donne si verificano nella sfera domestica - e aggressività porta inevitabilmente al femminicidio. qui in Brasile, oltre il 40% delle aggressioni contro le donne sono causati da partner ed ex partner - ma la fascia di età dai 20 ai 49 anni, la percentuale di questi partner da attacchi è ancora più alta: oltre il 65%.

e il Brasile, a livello globale, che copre la ricerca dell'Organizzazione mondiale della sanità è al settimo posto tra le 84 nazioni come uno dei paesi con alto livello di femminicidi.

e quest'anno abbiamo avuto ancora accesso alla ricerca di Applied Economic Research Institute (IPEA) con la 'inefficacia' di Maria da Penha legge, emanata nel 2006. 15 donne vengono uccise ogni giorno in Brasile, uno ogni ora e mezza - anche dopo la legge maria della roccia. che il diritto è il primo responsabile per il riconoscimento e l'identificazione che ci sia violenza domestica. lei è uno dei principali meccanismi che abbiamo oggi per cercare di combattere il femminicidio. ma si tratta di una legge che non può impedire, nella sua interezza, l'omicidio di donne, perché una legge non è sufficiente. tutta la nostra cultura della violenza contro le donne (con il consenso del femminicidio, cultura dello stupro, e oggettivazione di 'mercificazione' dei corpi, del razzismo e lesbophobia ...) ostacola l'efficacia di una legge per porre fine alla violenza.

femminicidio non simboleggia che la vita delle donne "vale più la vita degli uomini." la morte è un processo e un fatto per tutti e tutti, e che non esclude uomini dalle donne. tuttavia, le cause della morte non sono sempre gli stessi e abbiamo bisogno di capire in modo che possiamo sempre evitarli in futuro. capire femminicidio non sopravvalutare la vita della donna a spese dell'uomo. è semplicemente capire che quando le donne muoiono perché sono donne, vittime machismo incarnate nel suo compagni, genitori, amici, parenti, ecc, non abbiamo ancora stabilito una partnership paritaria tra donne e uomini - e siamo ancora, e fa male ammetterlo, lontano Inoltre.

violenza ha molte sfaccettature. capire la causa è una parte considerevole del processo per sradicare esso. donne soffrono perché sono donne; perché sono le donne ei poveri; perché sono donne e neri; perché sono le donne e gli omosessuali ...

è logico che dobbiamo minimizzare la violenza per mantenere la qualità della vita. tuttavia, non combattere la violenza senza comprenderne le cause. machismo è infatti la causa di molte morti. ed è volta che viene smascherato, nudo ed esposto - negli occhi e nel cuore di tutti. solo allora la giustizia per i caduti - e la sicurezza della ancora venire - sarà valsa la pena...
 
 
Testo di: JUSSARA SARTORI
Scrittrice, Poetesa & Freelance
 

MUNDO FICTÍCIO/VIDAS PARALELAS



Foi imensamente fantástico o que me aconteceu. Voltava do yoga e pensava no que havia me contado há dois dias atrás. Não me abalei com os fatos em si; coisas parecidas já me aconteceram, e não foram poucas vezes. Baseio-o, também em coisas bizarras que acabaram com a altoestima de pessoas maravilhosas. Por isso percorro o mundo inteiro procurando algo de concreto mas, ao mesmo tempo, desativador de maldades (que não se enquadra nem na nossa cultura e religião, que são os dois fatores que regem o ego do ser humano... Ou teria que falar o antônimo: - Desumano?)

 Pensava que estava voltando para a minha torre, de quatro paredes brancas, de onde vasculho o Universo Prepotente que canaliza as almas que já nasceram deterioradas e torpes. Desde quando os nossos corações se fundiram para se querer bem, se amar, e tornar menos dolorosos os caminhos dos mal amados  e tornar mais coerente a vida das pessoas excêntricas; na maioria do sexo masculino. Em certo momento olhei para frente e o vi. Era como eu estivesse de frente para mim mesma.

 A princípio me assustei. Recordei que há infinitos meses me havia doado a você e nos prometemos estar sempre um dentro do outro, para diminuir o mar que nos separam e os milhões de astros que nos prescutam durante a noite. Eu o senti se mexendo dentro de mim, olhando na mesma direção que eu. Não estou falando de ficção nem de mundo fictício mas, de corações que se amam, vidas paralelas. Foi maravilhoso poder enxergar as coisas do mesmo prisma que está acostumado a vislumbrar tudo que o cerca. Por um longo tempo me senti dentro do seu corpo e você no meu.

 Como se operou esta transmutação está completamente sem uma teoria correta. Foi estupenda tal experiência; me senti no ápice dos meus sentimentos que dedico exclusivamente à sua pessoa. Sinto-o, praticamente, durante as vinte e quatro horas do dia. Vivemos como dois seres normais, apesar de estarmos pelo lado do nosso avesso. Sei que muitas pessoas pensarão que isto é amor platônico ou que tenho algum desvio mental. Mas nenhuma destas suposições têm lindas noites de amor e sentem um orgasmo real quando ocupamos o mesmo espaço. Irreal?

 Não, é amor verdadeiro, sentimento sincero que uniu duas vidas com sofrimentos que podem ser equiparados. E esse sentimento é tão inquebrantável que nada nos coloca um contra o outro. Essa coisa linda, este sentimento puro, que dei o nome de amor, não envolve a todo ser humano; é preciso ter muita humanidade e perseverança no coração. Sei que um dia cruzaremos este oceano que nos divide e seremos como dois vulcões incandescentes, vibrando por nossa felicidade, pensando somente em nós; esquecendo por uns bons momentos dessas pessoas que nos usam como arco íris para fazer sua travessia para a falsa vitória; pessoas que nos cativam, como uma raposa, para fazer sucesso (sucesso que pertence as passados para trás por terem acreditado, serem almas boas que nasceram para doar amor, para construir seu próprio mundo devido a sua cultura, a sua capacidade de criar, escrever para almas puras e carentes de carinho; saber pintar a alma da mulher, muitas vezes, com pinceladas de sangue, porque houve alguém que lhe maculou o corpo e arrancou seu coração com as mãos.

 Outros que quiseram fazer esta travessia, para atravessar a imensidão do mar, fazendo pessoas de ponte, para alcançar seus objetivos vis. Podemos ajudar às mulheres que precisam? Sim, mas não dar credibilidade às pessoas que têm uma boa lábia e nos trapaceiam; estas são as Medeias da vida e, quando caírem, não terão quem lhes estenda a mão. Aqueles que lhe juraram um falso amor para adquirir outras cidadania, se dar melhor em outro espaço e que a fizeram também sofrer, não se darão bem a vida inteira, enquanto você, minha amiga, sacudirá a poeira e renascerá das cinzas, como a ave Fênix, que sempre renasce das suas próprias cinzas.

 Hoje em dia temos que ter olhos giratórios para não cair dentro de falso caráter, pessoas sem moral. Espero amor, que consiga vivenciar o que vivenciei hoje com você; e que minha amiga não acredite em quem lhe ofereça uma xícara de café para iniciar um falso relacionamento. Bom dia, a todos deste Planeta Terra....



Texto de: JUSSARA SARTORI
Escritora, Poetisa & Freelance

MONDO FITTIZIO / VITE PARALLELE

Fu immensamente fantastico quello che è successo a me. Tornando da yoga e pensato a quello che mi aveva detto due giorni fa. Non mi Scossi con i fatti stessi; cose del genere mai successo a me, e non un paio di volte. Baso anche nelle cose bizzarre che si è conclusa la altoestima di persone meravigliose. Così vado in tutto il mondo alla ricerca di qualcosa di concreto, ma al tempo stesso, deactivator del male (che non si adatta o la nostra cultura e la religione, che sono i due fattori che governano l'ego dell'essere umano ... O dovuto parlare l'opposto: - Inhuman)
 
 Ho pensato che stavo di nuovo alla mia torre, quattro pareti bianche, dove Sweep l'Universo arrogante che i canali le anime che sono nati già deteriorate e goffo. Da quando i nostri cuori uniti a voler bene, ad amare, e rendere meno dolorose le vie del non amato e rendere la vita più coerente di persone eccentriche; nella maggior parte dei maschi. A un certo punto ho guardato indietro e lo vidi. Era come stavo affrontando io. In un primo momento mi ha spaventato.
 
  Mi sono ricordato che ci sono infiniti mesi mi avevano dato a voi e promettiamo di essere sempre uno dentro l'altro, di ridurre il mare che ci ei milioni di stelle che prescutam in una notte separati. Lo sentii muoversi dentro di me, guardando nella stessa direzione, come me. Non sto parlando di fantascienza o mondo fittizio, ma cuori che amano la vita, parallele. Fu meraviglioso vedere le cose la stessa luce che viene utilizzato per immaginare tutto intorno. Per molto tempo mi sono sentito dentro il tuo corpo e ti nella mia. 
 
 Come battuto questa trasmutazione è completamente senza una teoria corretta. Fu stupenda che esperimento; Ho sentito all'apice dei miei sentimenti che dedico esclusivamente alla sua persona. Mi sento, in pratica, per ventiquattro ore al giorno. Viviamo come due persone normali, anche se siamo dalla parte della nostra schiena. So che molte persone che questo è l'amore platonico o avere qualche disturbo mentale. Ma nessuna di queste ipotesi hanno belle notti d'amore e di sentire un vero e proprio orgasmo quando occupano lo stesso spazio. Unreal? 
 
 No, è vero amore, sincero sentimento che univa due vite con la sofferenza che può essere assimilato. E questa sensazione è così inflessibile che nulla ci mette uno contro l'altro. Questa bella cosa, questo sentimento puro, che ha dato il nome di amore, non coinvolge tutti gli esseri umani; È necessario disporre di un sacco di perseveranza e di umanità a cuore. So che un giorno saremo attraversare questo oceano che ci divide e noi saremo come due vulcani incandescenti, vibrante la nostra felicità, pensando che eravamo solo; dimenticando per un buon tempo queste persone che ci usano come arcobaleno per rendere il vostro viaggio a false la vittoria; persone che ci affascinano, come una volpe, per avere successo (successo appartiene al passato indietro per aver creduto, siano anime buone che sono nati per dare amore, per costruire il proprio mondo per la sua cultura, la sua capacità di creare, scrivere per pura e la cura delle anime bisognose, in grado di dipingere l'anima delle donne, spesso a colpi di sangue, perché 
 
 Hove qualcuno che contaminato il suo corpo e strappò il suo cuore cou mani altri che hanno voluto fare questa traversata, per attraversare il deserto. il mare, facendo ponte le persone a raggiungere i loro obiettivi nei possiamo aiutare le donne che hanno bisogno di , ma non dare credito a persone che hanno un buon mento e trapasseiam;.?
 
  Questi sono i Medeias della vita, e quando cadono, non che si estenderà le mani. Coloro che giurò per lui un amore falso per ottenere altri cittadini, fare di meglio in un'altra stanza e che ha fatto anche soffrire, non ben sarà una vita, mentre tu, amico mio, scuoterà la polvere e rinasce dalle ceneri, come la fenice, che sale sempre dalle proprie ceneri.  Oggi dobbiamo occhi rotanti non cadere nella falsa carattere, persone senza morale. Spero amore, che può sperimentare quello che ho vissuto con voi oggi; e che il mio amico non credeva coloro che vi offrono una tazza di caffè per iniziare un rapporto falso. Buon giorno a tutti di questo Pianeta Terra .
 
 
 
Testo di: JUSSARA SARTORI
Scrittrici, Poetessa & Freelance