quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

RETOMAR AS CORES



Para viver, para viver e continuar a sonhar
 como ontem, apesar de ter trazido as cores 
 e agora você não tem mais nenhuma das suas flores.

Você só queria dançar, mas eles não sabem sobre você 
 essa dor mudou o seu dia, 
dorme, repousa, não pensa mais no escuro.

Boom boom minha filha,
  bate os punhos e voa pela rua
  quebrando o silêncio e retomando as cores.

Para viver, para viver e continuar a sonhar
mesmo se o seu rosto de areia têm feito comer 
 e agora você não tem mais nenhum dos seus sonhos.

Você só queria cantar, mas não gritar pena
  suficiente eu sei que esta dor mudou seus dias 
 atrás seus nomes e, em seguida, espiritual no rosto.

Boom boom minha filha
  bate  os punhos e voa pela rua
 quebrando o silêncio e retomando as cores.
 
 

Por Vittorio Zetadue @ todos os direitos reservados
Traduzione di: JUSSARA SARTORI

RIPRENDI I COLORI

Un amico, Vittorio Zetadue, ci ha intrattenuti con il suo magnifico lavoro. Abbiamo bisogno di molti amici, come colui che, con parole meravigliose toccato il mio cuore a sapere che susciterà con anche il vostro. Spero con tutto il cuore, che imitano, aiutandomi a incoraggiare un altro coscienza attraverso il Paritario, che è il vincolo di contatto che ho con il mondo. Grazie, poeta!
 
 

Vivere, vivere e riprendere a sognare
 anche se ieri ti han portato via i colori
 e ora non hai più nessun dei tuoi fiori.

Volevi solo ballare ma non loro su di te
 lo so questo dolore ha cambiato i tuoi giorni
 dormi, riposati non pensare più al buio.

Boom boom bambina mia
 batti i pugni e vola via
 rompi il silenzio e riprendi i colori.

Vivere, vivere e riprendere a sognare
 anche se al tuo viso sabbia han fatto mangiare
 e ora non hai più nessun dei tuoi sogni.

Volevi solo cantare ma non gridare basta pietà
 lo so questo dolore ha cambiato i tuoi giorni
 fa i loro nomi e poi sputali in faccia.

Boom boom bambina mia
 batti i pugni e vola via
 rompi il silenzio e riprendi i colori.


By Vittorio Zetadue @tutti i diritti riservati
 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

AS MÁSCARAS DO FEMICIDIO OSTENTAM A INDIGNAÇÃO DO MUNDO...



Muito tenho lido e escrito sobre esse tema... Oferecido à minha ajuda, uma maneira mais sutil e subjetivo de colocar um ponto final nesse sofrimento incomensurável, que é o "femicídio", mas tenho apenas monologado pois falo ao vento, que arrastam à frente minhas palavras. Enquanto solicito uma sugestão, uma união de pensamentos, porque vários cérebros unidos funcionam melhor e poderão rebater uma má ideia, sugerindo outra melhor elaborada elaborada e com maior chance de dar certo, de atingir no alvo o objetivo em questão.


Apresento sempre uma ideia que, se melhor pesquisada, poderá colocar algemas eternas nos pulsos desses assassinos hediondos. A intolerância ao femicida que cai sobre um universo multifacetado de atores sociais ou mascarados, rotulados a partir de discursos e práticas heterogêneos. Algumas  dessas manifestações são feitas através de protestos nas ruas, verbalmente ou, como eu, através de blogs, revistas e jornais. As arenas da intolerância são delimitadas ou estendidas por critérios religiosos, sexistas, etários, raciais, étnicos, políticos, entre outras fontes de estereótipos que (des)orientam as práticas (anti)sociais.


 As vítimas sempre são expostas a humilhações, sofrimentos ilimitados até o momento do óbito. E como têm agido essas classes sociais citadas acima? Estão a espera de um milagre? Que Deus envie Jesus pela segunda vez para essa nossa "Torre de Babel?" O que significam essas predisposições à evitação, aos comentários desabonadores (ao femicídio), à desqualificação pública, aos atentados à incolumidade, á tortura, ao assassinato de mulheres inocentes, de anjos e ao holocausto, que é o que estamos vivendo, mesmo depois do término da segunda guerra?


 Tenta-se aqui esboçar esse arco sinistro de possibilidades. Os diversos contextos desses dramas e tragédias suscitam diversas formas e dinâmicas sociais, simbólicas, políticas econômicas institucionais e psicológicas. No Paquistão, Afeganistão, Índia (na Ásia Meridional, enfim) a situação está incontida, pois são países muito pobres,  de pouca ou nenhuma cultura, onde a barbárie caminha como a "epidemia negra" entre as mulheres que procuram se instruir, para dar uma vida melhor ao seu povo e... são exterminadas como age a moléstia nas pessoas.As vítimas da intolerância têm muito pouco em comum na maior parte dos casos.


 Cultivam projetos e vivências, visões de mundo e estilos de vida particulares. Assim como são particulares os modos como são atingidos. Algo porém parece atravessar a todos. Algo obscuro. Em certos casos, indefinível. Em outros, escandalosamente óbvio, redundante e vulgar. Entre as distinções mencionadas, encontra-se aqui uma outra: - A de achar a ponta do fio onde começou toda essa história de femicídio. Questões tão complexas,quando propostas ao debate público, requerem essa multiplicidade, instigante para o diálogo e a reflexão. Por outro lado, ciência, política e ética estão sendo constantemente convocadas para lançar alguma luz sobre esses cenários sombrios. Afinal as ciências humanas


Afinal as ciências humanas e sociais mantêm vínculos com o envolvimento solidário e o compromisso político.Assim especialistas de distintas áreas voltam--se para segmentos particulares. Trata-se não só de suscitar um debate sobre esses temas, mas também de repensar nossa convivência
com o outro, na escola, no escritório, na fábrica, no ônibus, no elevador, na vizinhança, na praia, nos estádios e em tantos outros espaços sociais.Outro, em seu sentido radical. Não quadruplicações de nós mesmos. Afinal, princípios e conceitos que inspiram e orientam o debate e a reflexão sobre o tema conectam-seem múltiplos planos com os princípios que deveriam modular as relações com a diferença.


 Besta onívora, a intolerância, ora se alimenta de ninharias, ora parece querer devorar o Cosmo. Na História recente, transformou os mais hediondos crimes em espetáculos grandiosos.Já no cotidiano obscuro, persegue, anônima, uma a uma, suas vítimas silenciadas. Eis nossas inquietações e perguntas. Foramelas que nos moveram a publicar esse dossiê.As respostas inquietantes estão nas páginas a seguir. Assumindo um compromisso contra “a cultura da levitação”, esperamos poder nos defrontar lúcidos com esses impasses, dramas e tragédias. Que tal enfrentamento e esta inquietação tenham vida longa entre as inquietações que nos atravessam.


 Mil ideias nos invadem a mente, querendo ser uma espécie de deusa do Olimpo, com superpoderes para enfrentar os vilões do femicídio. A  primeira coisa a ser feita é adicionar mais uma matéria no curriculum escolar, que instrua aos alunos como se defender e conhecer um "femicida em pele de anjo". Esse seria apenas o primeiro passo a ser dado. O segundo seria formar uma ONG mundial onde todos trabalhassem em conjunto para que o problema em questão, que está tirando a paz de quase metade das mulheres do mundo suprisse efeito e todas elas pudessem falar tranquilas e sem medo: - Eu sou uma poesia por dentro e por fora; tenho liberdade para transitar se pânico... Tenho  o direito de "amar!"



Texto de: JUSSARA SARTORI
Escritora, Poetisa & Freelance

SOU UMA POESIA

JUSSARA SARTORI
(18/02/14 > 22:50)

Sou uma poesia...
Dentro da minha alma,
dentro do meu coração.
Sou um poema,
cheio de muito amor,
mas sem nenhuma esperança,
assombrada pela tristeza...
Quando me alimento
de versos de puro amor,
tenho o poder de criar vidas;
vivas dentro de mim,
mas um espectro do lado de fora.
Odeio esses fantasmas
que vivem me assombrando;
principalmente à noite,
quando durmo pensando,
sonhando acordada....
Essas assombrações,
em meu cérebro, feito de emoções,
e me atacam, me obrigando a falar,
responder dormindo,
como se estivesse acordada.
Meu mundo interior
é composto de amor e  esperança...
Mas é uma expectativa irreal.
Você que me ama nos sonhos,
que entra em mim como a calda
quente de um cometa fervente...e verdade
Faz da minha realidade um pesadelo...
Quando chegará de verdade,
para dar vida ao rótulo
que encobre a minha alma,
o meu coração irrequieto,
ao meu corpo inerte;
tão cheios de amor e poesia
mas, enche meu corpo de desejos
ardentes, sem vida..



Poetisa, Escritor & Freekance