JUSSARA SARTORI
SCRITTRICE. POETESSA & FREELANCE
Recentemente no Iraque 19
meninas yazidi foram colocadas em jaulas de ferro e queimadas vivas, na
frente de uma multidão de centenas de pessoas, por se recusarem a ter
relações sexuais com os jihadistas..As mulheres religiosas pertencentes às minorias controladas pelo
EI ( os desejos dos homens muçulmanos-Islâmico) são frequentemente vendidas repetidamente de um
jihadista a outro. Quando os militantes se cansam de estuprar e abusar
de uma determinada menina, eles normalmente a vendem a um dos seus
grupos filiados para que eles possam estuprar e abusar dela ao seu bel
prazer.
Ao ver que seus filhos foram raptados pelo Estado Islâmico, o
casal atendeu à porta e se deparou com partes dos corpos das suas filhas
e um vídeo delas sendo torturadas e estupradas.
Meninas cristãs são consideradas bens a serem arruinados ao bel
prazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da
comunidade não é sequer crime. Os muçulmanos as consideram espólio de
guerra". — Residentes locais, Paquistão.
A Lei Islâmica (Sharia), sempre severa, é mais severa ainda com as
mulheres. De acordo com o Alcorão, os homens têm a "autoridade" sobre as
mulheres e têm o direito de espancá-las se elas forem "desobedientes"
(4:34). Segundo Maomé, profeta do Islã, as mulheres são menos inteligentes do que os homens.
— O testemunho de um homem equivale ao testemunho de duas mulheres — e a
maior parte da população do inferno é composta de mulheres, que se assemelham aos burros e cachorros quanto à habilidade de desviar a atenção do homem da reza, consequentemente anulando-a.
Qual é afinal a visão do Islã em relação às mulheres que são
"infiéis"? Na melhor das hipóteses elas "em primeiro lugar servem para
dar prazer aos homens muçulmanos", conforme enfatizou
um muçulmano a um grupo de meninas cristãs, ainda bem jovens, no
Paquistão antes aterrorizá-las e assassinar uma delas.
No Alcorão,
(acesse 04:24), as mulheres não muçulmanas capturadas numa jihad podem
ser compradas e vendidas como escravas sexuais a homens muçulmanos,
conforme tem feito o Estado Islâmico. Uma organização de direitos humanos que defende cristãos perseguidos, salientou: -Lamentavelmente um número cada vez maior de mulheres é
alvo de grupos terroristas (muçulmanos). Sabe-se que ocorreram inúmeros
incidentes internacionais de mulheres que foram sequestradas, estupradas
e forçadas a se converterem do cristianismo ao Islã por grupos
extremistas radicais...
Muitas também são vendidas no mercado aberto.
Essa crueldade não está ocorrendo somente no Oriente Médio, mas também
na África e em muitos outros lugares. Em muitos destes países, as
mulheres estão sujeitas à perseguição, porque são consideradas cidadãs
de segunda classe por causa de seu gênero. Sendo minoria tanto quanto ao
gênero quanto à religião, as mulheres cristãs enfrentam dupla
perseguição. Não temos um número exato, mas sabemos que milhões de
mulheres estão sendo perseguidas... Nestes países dominados pelos
muçulmanos, as mulheres cristãs são sistematicamente privadas de sua
liberdade de viver e a elas são negadas as necessidades humanas básicas.
As mulheres cristãs estão duplamente condenadas: não são aceitas por
serem mulheres e também não como não muçulmanas "infiéis, fica claro a
partir daí o porquê delas serem alvo do abuso islâmico.
A esta altura, o tormento das não muçulmanas que estão nas garras do
ISIS é bem conhecido. Desde a conquista de Mossul em junho de 2014, o
número de meninas não muçulmanas em cativeiro que foram assassinadas
pelo califado pode chegar a 250 (principalmente yazidis e cristãs) por
se recusarem a serem escravas sexuais. Mais recentemente, 19 meninas
yazidi foram colocadas em jaulas de ferro e queimadas vivas na frente de uma multidão de centenas de pessoas, por se recusarem a ter relações sexuais com os jihadistas.
De acordo com um relatório que apareceu um dia depois que a Open Doors destacou a situação das mulheres não muçulmanas: - As mulheres religiosas pertencentes às minorias
controladas pelo Estado Islâmico são frequentemente vendidas
repetidamente de um jihadista a outro. Quando os militantes se cansam de
estuprar e abusar de uma determinada menina, eles normalmente a vendem a
um dos seus grupos filiados para que eles possam estuprar e abusar dela
ao seu bel prazer.
Uma menina yazidi explicou como ela foi comprada e vendida por oito jihadistas
diferentes... Fomos colocadas em exibição (em mercados de escravas
sexuais). Homens chegavam e ficavam olhando para nós como se fôssemos
mercadoria. Era como se fosse um showroom de automóveis... As mulheres
eram compradas por dinheiro vivo — apenas $20 ou então trocadas por
objetos como telefones celulares ou oferecidas como presente.
Ela foi estuprada pelo menos três vezes por dia por mais de 16 meses
por inúmeros combatentes do ISIS, foi forçada a tomar anticoncepcionais e
drogas para induzir o aborto, ela tentou repetidamente cometer suicídio
para escapar do abuso. Sua história é o padrão e foi contada por muitas meninas muçulmanas conseguiram a fugir.
Outros relatos recentes falam de "uma menina de 8 anos de idade que
também foi comprada, vendida e estuprada por oito militantes diferentes
em um espaço de 10 meses", de outra "escrava sexual que ateou fogo em si própria
para evitar ser estuprada", de um casal que, depois que seus filhos
foram raptados pelos ISIS, atendeu à porta e se deparou com um saco
plástico contendo as partes dos corpos de suas filhas e um vídeo delas sendo torturadas e estupradas e de mulheres cristãs e alauitas sendo estupradas e massacradas pelos jihadistas do ISIS que invadiram seu vilarejo.
No entanto esse tipo de abuso islâmico de mulheres não se limita a
grupos como ISIS ou Boko Haram — organização radicada na Nigéria que
também se define em termos exclusivamente islâmicos, é notória por
sequestrar, escravizar, estuprar e assassinar meninas cristãs.
Aproximadamente 700 meninas cristãs e 300 hindus são raptadas,
escravizadas e estupradas no Paquistão
a cada ano. São números extremamente altos, considerando-se que os
cristãos e hindus compõem cada um apenas 1% da população de maioria
muçulmana do país.
Apenas quatro dias depois da Open Doors denunciar o sofrimento das
mulheres cristãs, dois homens muçulmanos no Paquistão invadiram a casa
de uma mulher cristã enquanto o marido servia o exército. Eles a
amarraram e abusaram dela em um estupro coletivo ao mesmo tempo em que ameaçavam matar sua filha de 2 anos se ela não concordasse. De acordo com a mulher de 30 anos: -Os homens me trataram como se eu fosse um animal,
dizendo que eu era uma cristã inútil... Disseram que todas as mulheres
cristãs são prostitutas e que voltariam e repetiriam a devassidão se eu
contasse a alguém o que tinha acontecido.
Por ela ser mulher e infiel em uma nação de maioria muçulmana, a polícia e a lei nada fizeram por ela. Naquela semana, mais cinco meninas cristãs foram sequestradas, convertidas ao Islã e forçadas a se casarem com seus sequestradores. Há inúmeros exemplos de estupro e, por vezes, assassinatos de meninas cristãs — e às vezes de meninos cristãos
— no Paquistão. Depois que uma menina cristã de 9 anos foi estuprada
por um muçulmano, ele se gabava de ter "feito a mesma coisa com outras
meninas cristãs", segundo explicaram os moradores locais: -Esse tipo de incidente ocorre com frequência. Meninas
cristãs são consideradas bens a serem arruinados ao bel prazer. Abusar
delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade
(muçulmana) não é sequer crime. Os muçulmanos as consideram espólio de
guerra.
Uma situação semelhante acontece no Egito. Em julho de 2012 o congressista americano Chris Smith testemunhou
acerca da "escalada de sequestros, conversões e casamentos forçados de
mulheres e meninas cristãs coptas. Elas estão sendo aterrorizadas e,
consequentemente, marginalizadas".
O já falecido e muitas vezes diplomático Para o líder líder da comunidade cristã do Egito, ressaltou
essa tendência já em 1976:
- Há uma prática de converter meninas coptas
para que abracem o Islã e casem com muçulmanos sob ameaças terroristas.
Somente entre 2008 e 2013, foram documentados no Egito cerca de 600
casos de sequestro, estupro e conversão forçada de mulheres cristãs.
Desde então a situação só piorou, conforme mostra o título de um relatório de 2012: alto Dramático no Número de Sequestros e Conversões Forçadas de Mulheres Cristãs Coptas no Egito.
De um lado as jovens são visadas sexualmente, de outro, as mais
velhas, são humilhadas sexualmente. Em 20 de maio, no Egito, foram
arrancadas as roupas de uma cristã de 70 anos,
ela ficou completamente nua, cuspiram nela, desfilaram com ela pelas
ruas de Minya sob vaias, assobios e gritos de "Allahu Akbar" ("Deus é
Grande") de uma furiosa multidão muçulmana.
Dois dias antes da publicação do relatório da Open Doors, muçulmanos em Uganda bateram e desvirginaram uma
cristã de 22 anos porque ela acusou o dirigente de uma mesquita de
assassinar seu pai em virtude de uma discussão religiosa. No mês
anterior, a filha de 13 anos de uma mulher que deixou o Islã e se
converteu ao cristianismo, foi estuprada por muçulmanos locais que lhe disseram: este é o segundo aviso a sua mãe por desonrar a fé dos muçulmanos.
Não vale a pena a pena lembrar que mesmo na Europa, são as mulheres autóctones
que mais sofrem com o fluxo de migrantes muçulmanos. O número de ataques
sexuais e estupros, exponencialmente mais altos, está sendo cometido na
mesma linha da lógica usada pelo Estado Islâmico ou no Paquistão. Nas palavras
de um migrante muçulmano que se encontra na Alemanha que perseguiu,
amaldiçoou e acariciou impositivamente uma mulher: - As mulheres alemãs
estão aí para o sexo.
Uma importante observação final: apesar das mulheres não muçulmanas
serem mais visadas do que os homens não muçulmanos para fins sexuais,
isso não significa que eles são menos visados do que as mulheres quando
se trata de perseguição muçulmana não ligada ao sexo, como por exemplo
nos casos de ataques contra "blasfemos" e "apóstatas". Cavalheirismo é
um conceito bizarro para o Islã, quando se trata de aterrorizar e
colocar os infiéis em seu devido lugar, a religião de Maomé é
estritamente igualitári.
No Paquistão, por exemplo, o caso mais notório
de blasfêmia envolve a cristã Ásia Bibi
que está no xilindró, no corredor da morte, desde 2009, além de um
casal cristão acusado de profanar um livro do Alcorão, tanto o marido
quanto a esposa foram queimados vivos.
Os relatos mais recentes que vieram à tona no mesmo período em que a
Open Doors destacou a situação das mulheres cristãs são os seguintes
:-Indonésia, no que foi descrito como "o uso sem
precedentes da Lei Islâmica (Sharia) contra um não muçulmano", uma
mulher cristã de 60 anos de idade foi açoitada publicamente por uma vara 30 vezes por vender bebida alcoólica. uma mulher cristã foi executada por militantes islâmicos por se recusar a negar sua fé em Cristo.
- No Estado Islãmico o ISIS também ameaçou um grupo de freiras dominicanas, exigindo que elas se convertessem ao Islã ou pagassem a
jisva,
tributo (baseado no Alcorão 09:29). "As irmãs idosas fugiram e
começaram a sofrer ataques cardíacos e insuficiências cardíacas em
virtude do stress do êxodo em massa. Nos últimos 18 meses, 23 morreram,
às vezes até três mortes por semana.
Elas morreram de desgosto, ressaltou a Irmã Huda.
Uganda: - Um homem muçulmano estrangulou a esposa até a morte por ela ter deixado o Islã e se convertido ao cristianismo. Outro muçulmano espancou e ameaçou matar a esposa enquanto gritava "Allahu Akbar" também por ela ter se convertido ao cristianismo.
É muito difícil se ouvir o contrário, uma mulher muçulmana matar o
marido por causa de apostasia, isso devido à falta de autoridade que as
mulheres têm no mundo muçulmano.
Você não iria querer ser uma mulher no Islã? Claro que nenhuma de nós iríamos querer morar naquele inferno. Eu odeio muçulmano!