segunda-feira, 23 de novembro de 2015

ALI DI CRISTALLO


JUSSARA SARTORI

Sono visibili solo di notte,
perché io sono bianco come la luna,
e non ho ali di cristallo.
Quando il cielo è stellato,
mi mescolare le loro luci.
Io sono una farfalla di cristallo,
a me solo per trasmutare
darvi piacere, mi sento sereno,
il calore del suo corpo di Zeus.
Quando piove sulla terra,
volo per la amica luna,
dove l'incontro che mi aspetta.
Rientrano in sue forti braccia,
liscio come baci di miele.
Mi mette in un cratere
Cotone furtacor, morbido ...
Tutti nudi, in modo che appaia come un dio,
un re di una tribù di zingari:
l'uomo che amo.
Ho scelto di stare insieme,
per un mondo di poesia,
dove tutti hanno pari diritti;
 L'amore è semplicemente meraviglioso.
Hold me dolcemente,
Sorseggiando con prazerimenso,
miele che coinvolge me dolce ....
Bacio le mie labbra con amore,
e scendendo la bocca
sul mio corpo tremante.
Mi separa e baciami;
alvas mie gambe vacillano
e ci si immerge con amore, passione,
dentro il mio corpo
che desidera per lei.
Si va avanti e indietro mille volte ....
Un migliaio bacia le labbra,
per assaporare i miei sospiri ...
Io lo amo molto, la mia vita! ...


Poetessa, Scrittrice & Freelance

domingo, 22 de novembro de 2015

IGUALDADE


JUSSARA SARTORI (CMR)

Olho-o com seu porte esguio,
o seu olhar sedutor, apaixonado...
Como o amo, amei e amarei sempre..
Amo às suas mão doces,
macias, como pétala de rosa...
Chego a me emocionar quando,
com a delicadeza de um colibri,
desfaz das minhas roupas,
beijando cada pedaço desnudo,
vermelho de timidez e emoção.
Finalmente nós ficamos iguais:
- Escreve com paixão e amor
no meu coração que escreve
no seu, que só a mim pertence.
Sua mão me desliza inteira,
fazendo-me sentir, o seu amor
e o seu perfume de homem;
homem refinado, que se tornou meu,
por suas palavras sedutoras,
suaves, selvagens, apaixonadas.
Sua cabeça repousa entre meus seios,
suas mãos acariciam o meu ventre,
e acaricia o seu mosteiro do amor,
molhado de prazer, de delírio...
Desce, me beijando calmamente,
beijando, enfim, o seu mosteiro,
com perfume de rosas virgens...
Delicadamente entra em mim,
com sutileza e muita paixão;
fazendo-nos deleitar
em muitos orgasmos;
enquanto sua boca, sedenta,
abre os meus lábios trêmulos,
ansiosos por você...
Fazendo arder nossos corpos,
em um único fogo de amor...
 
 
 
Poetisa, Escritora & Freelance

UGUAGLIANZA



JUSSARA SARTORI (CRM) 

 Jussara Sartori (CRM)
Lo guardo con la sua dimensione snella
,il vostro sguardo seducente, passionale ...
 Come l'amore, ho amato e amerò sempre .
.Mi piace la loro mano dolce,morbido come petalo di rosa ..
.Ho un brivido me quando,
 con la delicatezza di un colibrì,
 a parte i miei vestiti,baciando ogni pezzo nudo, 
Timidezza rosso ed emozione.Infine siamo stati uguali: 
- Scrivere con passione e amorenel mio cuore che scrivenella sua,
 che appartiene solo a me.
 La sua mano mi scivola tutto,facendomi sentire il tuo amore
  il tuo profumo l'uomo;uomo raffinato,
 che è diventato il mio
,con le loro parole seducenti,morbido,
 selvaggio, appassionato. 
La testa appoggiata tra i miei seni,
 le loro mani accarezzano la mia ventre
,e accarezza il suo amore del monastero, 
bagnato con piacere, piacere ...
 Giù, a baciarmi dolcemente,baciare,
 finalmente, il suo monastero,
 con profumo di rose vergine ...
 Mi entra dolcemente,con sottigliezza e tanta passione;
 rendendoci deliziain molti orgasmi;
come la sua bocca, la sete
,apri le mie labbra tremanti, 
Non vediamo l'ora di ... 
Pungente i nostri corpi,
 in un unico fuoco d'amore


Poetessa, Scrittrice &Freelance

ACONTECIMENTOS QUE DEIXARAM DE TER IMPORTÂNCIA...

Hoje muitas adolescentes e mulheres ficam grávidas de qualquer vagabundo, por não respeitarem a si mesmas ou não se importae com seu próprio nome, berço, tendo uma conduta imoral (entregar-se a qualquer marginal que passam à sua frente) Além de serem imorais, somem sem deixar rastro, deixando sua vítima em maus lençóis. Acho muito triste ter que estar sempre a falar sobre o mesmo problema, que se torna, a cada dia, mais sério e asqueroso. Talvez eu encare a vida com muita seriedade, Também aprendi, escrevendo reportagens e mais reportagens, e as coisas continuarem a acontecer, só que, com o paasar do tempo, homens e mulheres ficaram mais agressivos. É muito difícil achar pessoas que se respeitem mutuamente

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (21), o Projeto de Lei 5069/13, do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que modifica a Lei de Atendimento às Vítimas de Violência Sexual (Lei 12.845/13). Houve muita divergência entre os deputados.

A polêmica é que essa lei prevê como deve ser o atendimento a mulheres que foram vítimas de estupro. Parlamentares discutiram, por exemplo, se o profissional de saúde deve ou não dar informações à vítima sobre seu direito ao aborto, e se a mulher deve ou não ser obrigada a fazer um exame de corpo de delito. A CCJ decidiu manter o direito à informação, mas introduziu a obrigatoriedade de registro de ocorrência e exame de corpo de delito.

Além de modificar a lei, a proposta também torna crime uma prática que hoje é uma contravenção - o anúncio de meios ou métodos abortivos - e pune como crime quem induz, instiga ou auxilia num aborto, com agravamento de pena para profissionais de saúde, que podem chegar a ser detidos por 1 a 3 anos.

Apesar de a proposta não tratar diretamente das hipóteses de aborto permitidas no Brasil, o debate sobre o tema foi o pano de fundo da reunião, com o plenário cheio de manifestantes carregando cartazes antiaborto. "Nós viemos aqui para defender a vida;  punir quem de forma covarde faz anúncio ou induz alguém a fazer aborto é uma medida justa para coibir esse crime", defendeu o relator da proposta, deputado Evandro Gussi .

Gussi modificou seu relatório para diminuir a resistência ao texto, mas ainda houve bastante polêmica. Ele voltou atrás e deixou na lei a expressão de que as mulheres devem conhecer seus direitos ao serem atendidas no serviço de saúde. Gussi argumentava que o direito à informação não precisa estar em nenhuma lei, pois já é garantido, mas a bancada feminina contestou essa tese e disse que é importante que as vítimas saibam sobre seu direito à pílula do dia seguinte, e ao aborto caso o estupro resulte em gravidez.

O relator acatou a sugestão das deputadas para não simplesmente excluir da lei o termo "profilaxia da gravidez". Os médicos ouvidos pela comissão disseram que profilaxia se refere a um procedimento que impeça o desenvolvimento de uma condição, mas Gussi entende que o termo profilaxia está ligado a doenças, e não poderia ser usado em relação à gravidez. O próprio governo havia mandado o PL 6022/13, trocando a expressão "profilaxia" por “medicação com eficiência precoce para prevenir gravidez”, utilizada pelo relator com modificação: "procedimento ou medicação, não abortivos, com eficiência precoce para prevenir gravidez resultante de estupro".

Gussi também introduziu uma ressalva, uma espécie de cláusula de consciência, de que nenhum profissional de saúde ou instituição poderá ser obrigado a administrar procedimento ou medicamento que considere abortivo.

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) elogiou o esforço de Gussi, e argumentou que o projeto já foi bem pior, com criminalização até mesmo de profissionais que auxiliassem no aborto "sob o pretexto de redução de danos". Para ela, o problema é que toda a proposta está escrita de forma que não é possível saber as reais consequências do texto. "Eu gostaria de ter certeza de que a mulher vai ser atendida pelo serviço de saúde, e não numa delegacia, porque é isso que preconizam todos os especialistas.

Para a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), a proposta piora uma conquista das mulheres, que é o atendimento humanitário em serviço de saúde. "A decisão sobre se ela quer ou não ir à delegacia deve ser da mulher; mas, depois de ter seu corpo vilipendiado, nenhuma mulher pode ser obrigada a fazer um exame de corpo de delito".

Além disso, a introdução da expressão "não abortivo" na lei não ficaria livre de consequências, porque grupos religiosos querem, após essa proposta, mudar o entendimento sobre a pílula do dia seguinte, para que ela seja considerada abortiva. "Ninguém aqui é idiota, eu sei que há essa discussão, de que a pílula pode impedir a lidação, mas estamos falando de uma mulher que, se ficar grávida, terá o direito ao aborto. Mais uma vez vamos punir as mulheres pobres, que não têm conhecimento dos seus direitos vão sofrer repetidamente".

Já a deputada Renata Abreu (PTN-SP) defendeu o relatório e disse que médicos lhe ofereceram a opção de abortar quando ela tinha 17 anos, e que esse tipo de apologia ao aborto é que precisa ser punido com maior dureza. "Eu não tinha condições de saber as consequências daquele ato, e essa não deve ser uma prática".

Ainda assim, a deputada Erika Kokay (PT-DF) lembrou que a proposta também modifica o entendimento do que é violência sexual e estupro, para os efeitos da lei de atendimento às vítimas. Na lei, está expresso que violência é qualquer ato não consentido, mas a proposta delimita esse conceito ao que está definido no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40). "Isso quer dizer que o entendimento hoje é de que a palavra da mulher vale, e é importante dizer que o atendimento deve acolher essas mulheres, e não desconfiar delas".

Após a aprovação do texto, três destaques tentaram modificar a proposta. A maior discussão foi sobre o encaminhamento obrigatório das vítimas a uma delegacia e ao exame de corpo de delito. Embora o relator tenha retirado do texto uma parte que deu margem a críticas de que o exame de corpo de delito seria pré-requisito para o atendimento das vítimas, o texto foi criticado por colocar entre as obrigações do serviço de saúde o encaminhamento da vítima à delegacia. "Essa medida protege as provas e busca punir os agressores; não vejo razão para que seja retirada do texto".

Afinal, não me custa nada falar, mais uma vez, sobre um assunto que a maioria das pessoas não se importam muito. Ficam perplexas no dia do ocorrido mas, no outro dia já apagaram da mente um assunto sério,  e corriqueiro  não se importariam se a vítima fosse qualquer uma pessoa, não faria diferença pois, na minha opinião as pessoas se tornaram serem frios e insensíveis.


Texto de:JUSSARA SARTORI
Escritora, Poetisa & Freelance