terça-feira, 15 de julho de 2014

É PROIBIDO SER MEIGA, SENSÍVEL, ACREDITAR NA FELICIDADE, "AMAR"?...



Quando somos crianças, pequenos anjos, brincamos com um caleidoscópio, em nossas mãozinhas inocentes, e nossos olhos brilham de alegria ao imaginar que estamos lá dentro, sempre mudando para uma forma mais bonita, mais colorida... Essa pequena esfera comprida vai nos acompanhando no passar dos dias, sempre nos presenteando com as mais belas cores, roubando um sorriso dos lábios. Até a côr dos meus olhos ele roubou. Até certa idade ele foi celeste, como o céu azul. Quando comecei a girá-lo e fui vendo os vidrinhos que formavam meus sonhos e conduziam meus dedos a escrever poemas na areia, vi que meus olhos lacrimejavam e se tornaram da cor do mar. Uma onda gigante me jogando na areia branca, quebrando meu caleidoscópio e levando todos os meus lindos sonhos. 
 
 
Quando ela voltou, carregou-me com ela e jogou-me no inferno. Vivi dentro dele, recebendo hematomas de presente, pelo corpo inteiro, desvirginando-me como se rasgasse minhas entras, fazendo-me sangrar até desfalecer. Mesmo assim, eu me arrastava e escrevia meu sofrimento, com minhas lágrimas e as mãos sujas do meu próprio sangue. Não conseguia fugir do meu feitor.... Até que um dia, quando a ira lhe subiu a cabeça, jogou-me em cima de uma cama, que pareceu ser de pedra, pois senti todo o meu corpo sem forças; sem forças para tirar de cima de mim aquela coisa asquerosa que babava álcool e estava retalhando minhas vestes, me ferindo, deixando meu sexo rasgado e jorrando sangue, pelas suas mordidas. A minha voz morreu na garganta pois uma de suas mãos apertavam-me o pescoço.
 
 
 Perdi os sentidos, de tanta dor.... Creio que era proibido ser pura, meiga, pensar em ser feliz, amar.... Mas aquele monstro quase me matou.... O amor bandido é da ordem da paixão; paixão articulada tipicamente ao ego ideal, portanto funcionando a partir das leis do processo psíquico primário. O apaixonado projeta no objeto de sua paixão o ego ideal, forjado segundo o modelo onipotente do narcisismo infantil. Lembremos que o amor primário é selvagem, quer devorar, possuir, controlar o objeto, negar qualquer diferença. Ao mesmo tempo, a plenitude do narcisismo primário exerce um fascínio, uma atração irresistível. Ilusão de plenitude a ser reassegurada em um movimento compulsivo. Foi esse monstro terrível que me sequestrou da minha inocência, da minha falta de maldade. 
 
 
 A atração particular que a paixão exerce sobre a mulher pode servir-lhe de porta de entrada no registro da perversão. Os argumentos de que toda paixão é uma perversão e de que a mulher alimenta o sonho de se tornar objeto de paixão, se tornar uma exigência vital para o desejo do outro, não bastam para falar de perversão, mas indicam a via pela qual o desejo pode perverter-se. E eu estava nas mãos de um pervertido e louco, alcoolizado e demente. A paixão, enquanto uma forma patológica da vida amorosa caracterizada pela impossibilidade de coexistência das duas subjetividades, é entendida como uma perversão do amor. Da mesma forma nos indica que a paixão amorosa implica em uma emoção que domina o sujeito, diante da qual não há controle, podendo chegar ao excesso de uma transgressão ou de uma perversão. Verifica-se, nestas situações, que não se está mais na ordem do desejo, mas na ordem da necessidade, ou seja, necessidade de fazer perdurar a relação arcaica de fusão e de submissão às figuras parentais tidas como onipotentes.
 
 
 Se o objeto da paixão é necessário, a relação revela seu caráter imperioso, próximo às relações aditivas. Neste sentido, o objeto é sentido como insubstituível, e sua perda implicaria no aniquilamento do sujeito. Ele acabaria de me matar ou eu ficaria ali, esvaindo em sangue? Se a paixão pode levar à transgressão e ao descontrole dos crimes passionais, o "amor bandido", tema recorrente na mídia e também da ordem da paixão, aponta para uma exaltação emocional intensa que toma a forma de uma compulsão e pode conduzir a uma violenta passagem ao ato. O "amor bandido" se apresenta como uma estrutura aditiva e conduz o sujeito à servidão. Ele revela uma angústia diante do desamparo primordial. A tentativa de encontrar um outro a quem se entregar, se oferecer em uma situação de submissão, indica, por um lado, uma saída desesperada para evitar o desamparo.
 
 
 Por outro lado, revela o temor de uma vivência de devastação diante da possibilidade de perdê-lo. Era esse o sentimento que ele nutria por mim; o de um amor bandido que me promiscuía e eu pensava: - Eu preciso do meu caleidoscópio para ser feliz, poder escrever meus sonhos em cores vivas. Se esse é o amor, Deus, leve-me de uma vez; meu coração sangra, meu corpo sangra... Es´ta machucado demais para que eu possa reagir.... Ao estabelecer uma relação, o indivíduo com uma fragilidade narcísica percebe o parceiro como indispensável ao seu equilíbrio. Assim, sua escolha pode se dar numa perspectiva eminentemente defensiva, ou seja, sua presença colabora na luta contra o retorno de uma parte recalcada do sujeito e, neste sentido, faz com que a relação torne-se rígida. O outro, enquanto objeto a ser possuído e controlado, transforma-se em traidor pelo simples fato de existir fora da relação como um moço gentil, serviçal, prestador de favores intencionais.... O Bom Samaritano. 
 
 
Mesmo sem forças, minhas unhas cravavam em minhas próprias mãos, como uma maneira de punir-me pelo sacrilégio que imputei a mim mesma, pensando que aquelas sandices era o amor... Eu queria morrer! Abri meu olhos e  me senti numa escuridão... Comecei a me arrastar, como uma cobra, procurando uma saída, tatuando o chão a esmo... Queria fugir dali.... A ruptura de uma relação apoiada na expectativa de evitar o desamparo provoca intensa emoção e uma tentativa de manter um rígido controle sobre o outro, não reconhecido em sua alteridade. A irracionalidade da atitude vingativa deixa entrever uma agressividade arcaica. As contrariedades vividas na relação e após sua dissolução são sentidas como feridas ao narcisismo do sujeito e não apenas como diferenças e frustrações existentes em qualquer relação humana.
 
 
 O inimigo que desperta a fúria arcaica é aquele que provoca falhas numa realidade narcisista percebida. Constatar que o outro é independente e está conseguindo gerenciar sua vida após a separação é experimentado como ofensivo por aqueles que têm intensas necessidades narcísicas e depositaram no casamento seus anseios funcionais. Se aquele inferno, aquele cárcere privado era um casamento, fui jogada para o monstro errado, porque aquilo nunca foi um homem... Como era gigantesco o meu ódio, o meu asco, repulsa... Meu Deus, eu quero amar, ser amada... Eu quero um anjo, Senhor! A noção de fúria narcísica, pode nos ajudar a entender alguns casos de alienação parental. Indivíduos narcisista vulneráveis são acometidos por um sentimento de fúria quando o objeto deixa de viver de acordo com as expectativas a ele dirigidas.
 
 
 A estaiaria narcísica é uma resposta a uma ferida narcísica real ou antecipada e pode tomar a forma de uma necessidade de vingança, de reparar uma afronta, marcada por uma compulsão inexorável de perseguir esses objetivos sem dar trégua àquele identificado como o ofensor. Diante de qualquer possibilidade de conquistas obtidas pelo outro, tomado como o inimigo a quem se precisa destruir, o sujeito busca fazê-lo passar pelos mesmos sofrimento e humilhação vividos quando da união, que se chama casamento. Eu odeio os homens! Como poderei saber se um homem é um verdadeiro anjo do amor? No início de um relacionamento amoroso, é comum que as qualidades do parceiro sejam amplificadas e se acredite poder modificar, durante o transcorrer do mesmo, as características que pareçam indesejáveis.
 
 
 Articula a paixão à posição esquizofrenia, considerando que, inicialmente, tudo de bom está no outro e se espera corrigir o "pequeno defeito" que possa haver através do encontro amoroso. Em um segundo tempo, como na posição depressiva, em decorrência da reconciliação do bom e do mau objeto, o sujeito deve renunciar à possibilidade de que o outro seja totalmente bom. Assim é que, no começo, espera-se ficar com o bom e curar magicamente o que é inaceitável. Quando se constata que os aspectos bons e maus são indissociáveis, é comum ocorrerem depressão e movimentos que oscilam entre a regressão e a imposição; ou seja, forçar o parceiro a cumprir o pacto e corresponder às fantasias idealizadas do início da relação. Mas meu casamento não teve lugar para fantasias e sim para um filme de horror. Eu continuava me arrastando, parando, de vez em quando, pois as dores eram muitas e eu deixava meu rastro de sangue.
 
 
 O meu objetivo é mostrar sentimentos que eclodem quando do rompimento de uma relação que o homem repreendo muito bem, diz que é  amorosa. Inicialmente, privilegiamos o "enlouquecimento" da mulher pela perda do amor e como isto se reflete tanto no lugar que ocupa como mãe quanto nas exigências feitas ao parceiro. Entretanto, parto da premissa de que o jogo relacional não é completamente definido por apenas um dos parceiros, há sempre uma coprodução, há uma aceitação mútua obrigada por pressão psicológica e psicopata, dos papéis assinalados para cada um no cenário de uma relação. Ambos validam as regras do jogo até o momento em que um deles questiona seu lugar no desejo do outro e com isso gera uma crise. Crise? Não... Não!... Um inferno, um vulcão em plena erupção, como o "Vesúvio", que destruiu Pompeia... Eu não escolhi; eu caí na armadilha que foi quase letal.
 
 
 A angústia experimentada pela mulher não está referida à perda real do objeto, mas à perda do amor falso por parte do objeto. Ampliando esta afirmação, enfatizo que o medo de ser abandonada pela parceira e perder seu brinquedo é uma invariável na vida psíquica masculina.  Enquanto a mulher está submetida à função fálica, nele encontrando um apoio para atravessar os momentos de angústia, o homem experimenta uma espécie de dissolução de si, perdendo as fronteiras do seu ser. Diante de um não saber sobre a própria masculinidade, o homem tentará fazer suplência a essa falta por meio do falso amor e buscará exclusividade no desejo de uma mulher. Assim sendo, o amor, sobretudo a perda do amor, é por ele sentida como uma devastação. Ele se perde ao perder a confiança da mulher.  A necessidade de amor e a total dependência em relação ao homem vão se impondo historicamente como constitutivos da identidade masculina. 
 
 
O culto ao falso amor permanece até hoje, pois a saída pela vertente do "ter" não soluciona sua questão, na medida em que as conquistas fálicas obtidas pelo homem na atualidade não superam a pendência identificaria na ordem do "ser". A mulher precisa ser amada para "ser"; assim, sua feminilidade é definida através da parceria com um homem. Ao abdicar de sua própria vida em favor do amado, torna maior sua exigência amorosa.  O homem estar amando é um vício, de modo que amar demais, enlouquecer de amor é uma vicissitude comum na vida erótica feminina. Em seu "enlouquecimento", exige do parceiro "provas de amor" que, por vezes, transcendem os limites da lei. Foi nesse terrível desastre  em que fui  enganada e quase me perdi.  O homem estar amando é um vício, de modo que amar demais, enlouquecer de amor é uma vicissitude comum na vida erótica feminina. 
 
 
Em seu "enlouquecimento", exige do parceiro "a fidelidade que elas têm, perante ao juramento nupcial" por vezes, transcendem os limites da lei.Um "complexo de Medeia"  é identificado em processos ajuizados nas Varas de Família, revelando um número crescente de mulheres que usam os filhos como uma arma para atingirem os ex-maridos. Questões mal resolvidas no processo de separação, a inveja, sentimentos de solidão, o abandono, a vivência da traição, entre outras motivações, provocam a animosidade, liberam o ódio, a vontade de vingança e provocam destruição. Destaco que, cego de raiva e animado por um espírito de vingança, o genitor alienador apresenta-se como superprotetor em relação aos filhos e como vítima de uma injustiça provocada pelo genitor alienado. A noção de fúria narcísica, pode nos ajudar a entender alguns casos de alienação parental. Indivíduos metafisicamente vulneráveis são acometidos por um sentimento de fúria quando o objeto deixa de viver de acordo com as expectativas a ele dirigidas.
 
 
 A fúria narcísica é uma resposta a uma ferida narcísica real ou antecipada e pode tomar a forma de uma necessidade de vingança, de reparar uma afronta, marcada por uma compulsão inexorável de perseguir esses objetivos sem dar trégua àquele identificado como o ofensor. Diante de qualquer possibilidade de conquistas obtidas pelo outro, tomado como o inimigo a quem se precisa destruir, o sujeito busca fazê-lo passar pelos mesmos sofrimento e humilhação vividos quando da união, que se chama casamento. Enquanto me arrastava, todo este filme passava pela minha cabeça. De repente, não vi nem escutei mais nada. Acordei em uma clareira de pinheirais sem fim. Um Samaritano cuidou de mim mas não conseguiu arrancar tantos sentimentos ruins de dentro de mim; falando em felicidade eterna, o carinho, em me levar para um lugar de paz onde eu teria sossego... Mas ele fugiu; era um sonho cortado por sua pessoa... 
 
 
Mais um de meus terríveis pesadelos.Acreditar que a felicidade possa existir.... O amor, de que tanto preciso, para ser definitivamente feliz e poder "acreditar". Você veio, cuidou de mim como de um canteiro de "Amor Perfeito". Acreditar em você? Eu acreditei... Aliás, eu creio. mas sinto que nãos passo de poemas, escritos em papel que trouxe os pães da padaria. Quantas mulheres passam e já passaram por tudo isso? Tive e tenho coragem de relembrar tudo, contar a vocês, para encorajá-las... Mas tenho lutado sozinha. Onde estão meus soldados? Onde está a felicidade, a fidelidade, a paz e o amor que me prometeu? Hoje a noite está muito fria; minhas mãos estão duras, o meu corpo estará para a cama assim como o sarcófago estava para a bela Cleópatra......



Texto de: JUSSARA SARTORI
Escritora, Poetisa & Freelance

CALEIDOSCÓPIO


JUSSARA SARTORI

Ogni volta prendo,
nel mio caleidoscopio
riprodurre momenti
non sempre piacevoli.
Il più delle volte,
infelice con molte sofferenze,
orrori in agguato intorno a me,
come fiori nero
questo mio giocattolo magico.
Sono riuscito a sfuggire al colore nero
e cadere in mezzo a rose,
molti rosa lilla,
che mi ha lasciato la luce,
come una farfalla ...
Ho girato la mia poesia ......
Ho messo rosa su rosa
come in cerca di felicità
lilla su ogni versetto ...
La mia mano si voltò inversa;
abbattere gli alberi,
fogliame che graffiato
e il vento era
pinging tutta la notte,
menzogne ​​che mi ha amato
ma mi ha fatto male,
Mi allontanai alla scogliera.
Scosse il caleidoscopio al petto,
ben bagnato di lacrime
essi cessarono di non cadere.
Con gli occhi spenti,
annebbiato dal dolore,
Guardai il mio dono magico.
Sembrava che mi aveva ingerito.
Mi vidi su una spiaggia bianca,
disegnando un cuore,
con il sangue che usciva mio petto.
Le mie lacrime tinti schizzo,
che era tutto rosso,
come il cuore stesso.
Al piano terra l'ho visto sorridente
le mie lacrime,
il mio cuore sanguinante ...
Me affogare,
nel mio cuore ...
 
 
 
Poetessa, Scrittrice  & Freelance

É PROIBITO ESSERE TENERA, SENSIBILE, CREDERE NELLA FELICITÀ, "AMARE"?...



Quando siamo bambini piccoli angeli giocato con un caleidoscopio nelle nostre piccole mani innocenti e il nostro brillare gli occhi di gioia al pensiero che siamo lì sempre cambiando ad una più moda bella più colorata ...Questo piccolo pallone ci accompagnerà nel passare dei giorni sempre ci si presenta con i colori più belli rubando un sorriso dalle labbra. Fino a quando il colore dei miei occhi ha rubato. Fino ad una certa età era divino come il cielo azzurro. Quando ho iniziato a ruotare e stavo guardando vasi che hanno fatto i miei sogni e le mie dita hanno portato a scrivere poesie nella sabbia ho visto che i miei occhi lacrimavano e diventato il colore del mare. 
 
 
 Un gigante onda me giocare sulla sabbia bianca, rompendo il mio caleidoscopio e prendendo tutti i miei bei sogni. Quando tornò portava con me e mi ha buttato in un inferno. Ha vissuto dentro di lui ottenendo lividi regalo tutto il corpo come se desvirginando mi strappare il mio subdolo, facendomi sanguinare per svenire. Eppure, io arrancavo e scrissi la mia sofferenza con le mie lacrime e le mani sporche del mio sangue. Non poteva sfuggire il mio aguzzino .... Finché un giorno, quando la rabbia si alzò la testa mi ha buttato sul letto che sembrava essere di pietra perché sentivo tutto il mio corpo inerte; impotente a prendere lontano da me l'unica cosa che disgustoso sbavando alcool ed è stato tagliando il mio giro mi fa male lasciando il mio sesso strappato e sgorga sangue dai loro morsi. La mia voce è morto in gola come una delle sue mani afferrato il collo. 
 
 
 Ho perso la coscienza tanto dolore .... Credo che sia stato proibito di essere puro dolce pensando di essere felice amare .... Ma quel mostro mi ha quasi ucciso .... L'amore Bandit è dell'ordine della passione; passione articolato localmente all'ideale dell'Io in modo da lavorare dalle leggi del processo psichico primario. L'amore proiettato sull'oggetto della sua passione dell'Io ideale battuto sotto modello onnipotente del narcisismo infantile. Ricordiamo che l'amore primario è selvaggio vuole divorare possiede, controlla l'oggetto negando ogni differenza. Allo stesso tempo la pienezza del narcisismo primario esercita un fascino un'attrazione irresistibile. Illusione di pienezza di essere rassicurato in un movimento compulsivo. 
 
 
 E 'stato questo terribile mostro che mi ha rapito la mia innocenza la mia mancanza di cattiveria. L'attrazione particolare che la passione porta su donna può servire come una voce nel registro di perversione. Argomenti che ogni passione è una perversione, e che la donna nutre il sogno di diventare l'oggetto della passione diventerà un requisito essenziale per il desiderio dell'altro, non sono sufficienti per parlare di perversione ma indicano il percorso attraverso il quale il desiderio possono pervertire stesso. E io ero nelle mani di un perverso e folle aolcoolizado demente. La passione mentre una forma patologica di amore caratterizzata dalla impossibilità di coesistenza dei due soggettività è intesa come una perversione dell'amore. Allo stesso modo ci dice che la passione d'amore implica un'emozione che domina il soggetto prima del quale non vi è alcun controllo e può raggiungere oltre una trasgressione o una perversione. 
 
 
 C'è in queste situazioni che non è l'ordine del desiderio ma in ordine di necessità o necessità di perpetuare il rapporto arcaico di fusioni e sottomissione a figure genitoriali presi come onnipotente. Se è necessario l'oggetto della passione in relazione rivela il suo carattere imperioso vicino al additiva relazioni. In questo senso l'oggetto viene percepito come insostituibile e la sua perdita significherebbe l'annientamento del soggetto. Lui mi avrebbe ucciso o che avrebbe dovuto essere lì sanguinante a morte Se la passione può portare alla trasgressione e crimini mancanza di passione il "teppista amore" un tema ricorrente nei media e anche l'ordine di passione punta a una esaltazione emotiva intensa che assume la forma di una costrizione e può portare a violenti passaggio all'atto. Il "delinquente amore" si presenta come una struttura additivi e guida sotto schiavitù. Egli rivela impotenza angoscia prima delle primarie. Il tentativo di trovare un altro che si arrendono offerta a una sottomissione situazione indica, in primo luogo per evitare un'uscita disperata impotenza. D'altra parte rivela la paura di vivere la devastazione fronte alla possibilità di perderlo. 
 
 
 Questa era la sensazione che aveva per me; di un bandito promiscuia mi amano e ho pensato: - Ho bisogno del mio caleidoscopio di essere felice di scrivere i miei sogni vividi. Se questo è amore Dio portami subito; Il mio cuore sanguina il mio corpo sanguina ... Es'ta male troppo, così posso reagire .... Attraverso la creazione di un rapporto, un individuo con una fragilità narcisistica rendersi conto di quanto indispensabile partner per il vostro equilibrio. Così la scelta può dare una prospettiva essenzialmente difensiva vale a dire la loro presenza contribuisce alla lotta contro il ritorno di una parte repressa del soggetto e rende il rapporto diventa rigida. L'altro come un oggetto da posseduta e controllata diventa un traditore per il semplice fatto esiste al di fuori del rapporto come un ragazzo gentile servo, erogatori desentencionais favori .... Il Buon Samaritano. Anche senza forza le mie unghie ficcate nelle mie mani come un modo di punirmi per imputei sacrilegio me stesso pensando che quelle stronzate era l'amore ... volevo morire! 
 
 
Aprii gli occhi e sentii un buio ... ho cominciato a strisciare come un serpente, alla ricerca di una presa di corrente il tatuaggio sul pavimento a casaccio ... volevo scappare .... La rottura di una supportata sperando di evitare il rapporto impotenza provoca un'emozione intensa e un tentativo di mantenere uno stretto controllo sugli altri non riconosciuta nella sua alterità. L'irrazionalità di atteggiamento vendicativo suggerisce una aggressione arcaico. Battute d'arresto con esperienza nel rapporto e dopo il suo scioglimento sono sentiti come ferite al narcisismo del soggetto e non solo le differenze e le frustrazioni in ogni rapporto umano. Il nemico che risveglia la furia arcaica è uno che provoca crash in una realtà narcisisticamente percepita. Si noti che l'altro è indipendente ed è la gestione per gestire la tua vita dopo la separazione è vissuta come offensivo da quelli con bisogni narcisistici intensi e depositato nel loro matrimonio desideri fusionali. Se questo inferno che falso imprigionamento era un matrimonio mi è stato gettato al mostro sbagliato, perché non è mai stato un uomo era gigantesco ... Come il mio odio il mio disgusto disgusto ... Mio Dio voglio amare essere amato ... voglio un angelo Signore! 
 
 
 La nozione di rabbia narcisistica può aiutarci a comprendere alcuni casi di alienazione parentale. Individui narcisisticamente vulnerabili sono colpiti da un senso di rabbia quando il soggetto non riesce a vivere fino alle aspettative rivolte a lui. Rabbia narcisistica è una risposta ad una reale o previsto ferita narcisistica e può assumere la forma di un bisogno di vendetta per riparare un affronto segnata da una costrizione incessante di perseguire questi obiettivi senza dare tregua a quelli identificati come l'autore del reato. Prima di qualsiasi possibilità di guadagni fatti dagli altri preso come il nemico che deve essere distrutto il soggetto si propone di farlo passare attraverso la stessa sofferenza e l'umiliazione vissuta quando il sindacato chiama matrimonio. Odio gli uomini! Come faccio a sapere se un uomo è un vero angelo di amore All'inizio di una relazione d'amore è comune per le qualità del partner vengono amplificati e crede può cambiare durante il corso di esso le caratteristiche che appaiono indesiderabile. Articola la passione la posizione schizo-paranoide visto che inizialmente tutto il bene e l'altro si prevede di risolvere il "problema tecnico" che può essere attraverso il convegno. In un secondo tempo, come la posizione depressiva a causa della riconciliazione del bene e del male oggetto il soggetto deve rinunciare alla possibilità che l'altro è totalmente soddisfacente. In modo che in principio, si prevede di rimanere con il bene e magicamente guarire il che è inaccettabile. 
 
 
 Quando si scopre che gli aspetti buoni e cattivi sono inseparabili la depressione è comune e movimenti, che vanno dalla regressione e l'imposizione si verificano; cioè costringere il partner per soddisfare il patto e corrispondono alle fantasie idealizzate del primo rapporto. Ma il mio matrimonio, non aveva posto per le fantasie, ma per un film horror. Continuavo a trascinarmi fermandosi di tanto in tanto perché il dolore era finito e stavo lasciando la mia scia di sangue. Il mio obiettivo è mostrarsentimentos si schiudono quando la rottura di un rapporto uomo represendo bene dice che è amare. Inizialmente ci concentriamo sulla "follia" della donna per la perdita di amore e di come questo si riflette sia nel posto che occupa come una madre e le richieste poste sul partner. Tuttavia, la consegna della premessa relazionale che il gioco non è completamente definita da un solo partner c'è sempre una co-produzione vi è una reciproca accettazione richiesto dalla pessão ruoli psicologici e psico assegnati a ciascun scenario in un rapporto. Entrambi convalidare le regole del gioco fino al momento in cui si interroga il suo posto nel desiderio dell'altro e questo crea una crisi. Crisi No. .. no ... Un inferno un vulcano in piena erupçãp come "Vesuvius" che distrusse Pompei ... non mi scegliere!; Sono caduto nella trappola che era quasi letale. L'ansia vissuta da donne non è che la vera perdita dell'oggetto ma la perdita di falso amore dall'oggetto. Estendendo questa affermazione sottolineo che la paura di essere abandonad da parceirae perdere il giocattolo è un invariante nella vita psichica maschile.
 
 
  Mentre mulherestá presentato alla funzione fallica ma trovare un sostegno per superare momenti di difficoltà l'uomo sperimenta una sorta di dissolvere se stessa, perdendo i confini del tuo essere. Di fronte a un non conoscere la propria mascolinità, l'uomo cerca di fare lavoro interinale a questa mancanza attraverso falso amore e cercare di esclusività nel desiderio di una donna. Così, l'amore soprattutto la perdita dell'amore perché è sentita come una terra desolata. Perde a perdere la fiducia delle donne. Il bisogno di amore e di totale dipendenza dell'uomo imporrà storicamente come costitutivo dell'identità maschile. Il culto del falso amore rimane oggi, perché il braccio di uscita del "sono" non risolvere il problema nella misura in realizzazioni uomo come fallici oggi non superano il identificatorio in attesa dell'ordine di "essere". Una donna ha bisogno di essere amata "essere"; quindi la sua femminilità è definita attraverso una partnership con un uomo. Per dare la propria vita per l'amato il tuo amore diventa più grande requisito.
 
 
  L'uomo che è in amore è una dipendenza così anche d'amore l'amore folle è una vicenda comune nella vita erotica delle donne. Nella sua "follia" richiede che il partner "prova d'amore" che a volte trascendono i limiti di legge. Fu in questo terribile disastro che mi sbagliavo e quasi me persa. L'uomo che è in amore è una dipendenza così anche d'amore l'amore folle è una vicenda comune nella vita erotica delle donne. Nella sua "follia" richiede che il partner "lealtà hanno prima del voto di nozze" a volte trascendono i limiti della lei.Um "complesso di Medea" è identificato nei casi depositate nei tribunali di famiglia, rivelando un crescente numero donne che usano i bambini come arma per raggiungere gli ex-mariti. Questioni irrisolte nel processo di separazione la gelosia sentimenti di solitudine abbandono, tradimento esperienza tra l'altro, provocano animosità, rilasciando l'odio desiderio di vendetta e causano la distruzione. Sottolineo che, cieco di rabbia e animati da uno spirito di vendetta, il genitore alienante è presentato come iperprotettivo nei confronti dei figli e come vittima di una ingiustizia causata dal genitore alienato. La nozione di rabbia narcisistica può aiutarci a comprendere alcuni casi di alienazione parentale. Individui narcisisticamente vulnerabili sono colpiti da un senso di rabbia quando il soggetto non riesce a vivere fino alle aspettative rivolte a lui.
 
 
  Rabbia narcisistica è una risposta ad una reale o previsto ferita narcisistica e può assumere la forma di un bisogno di vendetta per ripTe tregua a quelli identificati come l'autore del reato. Prima di qualsiasi possibilità di guadagni fatti dagli altri preso come il nemico che deve essere distrutto il soggetto si propone di farlo passare attraverso la stessa sofferenza e l'umiliazione vissuta quando il sindacato chiama matrimonio. Mi ha trascinato tutto questo film passa attraverso la mia testa. Improvvisamente ho visto o sentito nulla di più. Mi sono svegliato in una radura di pinete infinite. Un samaritano curato per me, ma non è stato avviato tanti cattivi sentimenti dentro di me; parlando della felicità eterna, di affetto mi portano in un luogo di pace dove avrei pace ... ma era fuggito; era un taglio sulla sua persona ... Un altro sogno della mia terribile pesadelos.Acreditar che la felicità può esistere .... Amore che entrambi hanno bisogno di essere felice e di potenza Definitvamente "credere". Sei venuto preso cura di me come una costruzione "Amore Perfetto". Credi tu ?Ho creduto ... In realtà, credo. ma sentire che passo NO! E di poesie scritte su carta che ha portato il pane dal forno. Quante donne passano attraverso e sono passati attraverso tutto questo? Ho avuto e avere il coraggio di ricordare tutto dire, per incoraggiarli ... Ma ho combattuto da solo. Dove sono i miei soldati Dove si trova la felicità la fedeltà, la pace e l'amore che mi hai promesso Stasera è molto freddo; le mie mani sono rigide il mio corpo sarà a letto non appena la bara era la bellissima Cleopatra ......
 
 
 
 
Testo di: JUSSARA SARTORI
Scrittrice, Poetessa & Freelance

sexta-feira, 11 de julho de 2014

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA DAS CRIANÇAS INDIANAS




Na índia acontecem muitos que eu mesma poderia dizer que o próprio Deus, que criou o mundo e tu que está contido nele..Nascemos para sermos livres, evoluir na vida, sermos dinâmicas e tão capazes como algumas celebridades consideradas as melhores do mundo.A índia é mais um país pobre, sem recursos ( lugar em que os humanos convivem entre si como se fosse a coisa mais natural)Sem muitos recursos e vivendo de uma crença arcaica, procuram sempre uma maneira de descartar às mulheres do convívio familiar, casando-as crianças, inocentes, com homens bem mais velhos...
É triste de se ver, de se falar... Imaginem uma criança sendo obrigadas ter relações sexuais com um homem que nunca viu (não têm consciência do ato que estão praticando pois considero isso um estupro. E, muitas vezes, são passadas ao irmão do seu dono... Sim, porque elas são compradas. Muitas vezes são sacrificadas por ainda serem crianças e não saberem nada da vida adulta. As muitas religiões criadas e inventadas naquele ponto do mundo nos mostra que seus homens são verdadeiros animais.

Cada caso destes que vejo, me deixa mais indignada, Nós nascemos livres e não somos mercadoria para ser vendidas como tal. As que conseguem sobreviver acabam ficando submissas pois, se fugirem, são caçadas e mortas.Cada dia que passa vou mergulhando mais e mais neste assunto "polêmico" e "triste" que, até o presente momento não foi solucionado, colocando nas mãos daquele lugar em que a "lei" ainda não chegou.Parece que é um acontecimento inverissímil, mas é verdadeiro; acontece lá na Índia. 

Existem certos casamentos, na índia que levam ao local milhares de caçadores de notícia ruim.
 O casamento marcado para 16h de uma segunda-feira no distrito de Dindori, Índia, ganhou as páginas de um jornal. Foi motivo de polêmica internacional pois a aberração foi muito grande. Mas ao contrário do que a tradição do momento possa sugerir, a celebração não foi um conto de fadas. Três horas antes do “sim”, quando nem mesmo o noivo chegara, policiais e voluntários de uma ONG local impediram que Shantaram Lindekar* casasse sua filha de 14 anos. O caso ocorrido em maio passado foi o quarto registrado no período de 30 dias no mesmo distrito, e é parte de um desafio enfrentado pelo país e já abraçado pela comunidade internacional.

Embora desde 1929 exista uma legislação restringindo o casamento infantil na Índia, atualmente cerca de 46% das mulheres com idade entre 18 e 29 anos casaram-se antes da maioridade no país, segundo a mais recente Pesquisa Nacional de Saúde Familiar, de 2006. Tal cifra corresponde a 23 milhões de noivas crianças, aproximadamente 40% dos casos no mundo.

Em 2006, o governo editou uma legislação mais progressiva em que proíbe, em vez de apenas restringir, o casamento para mulheres menores de 18 anos e homens abaixo dos 21. Segundo a lei, qualquer um que conduzir ou consentir o casamento responde por crime inafiançável, sendo punido com dois anos de cadeia ou multa de 100 mil rupees (R$ 3.800), ou ambos. Em fevereiro passado, o Ministério da Mulher e Criança da Índia publicou um plano com metas — elaborado por governantes em 12 estados, ONGs e organizações internacionais — para acelerar a redução do casamento infantil na próxima década.

- A questão do casamento infantil foi um tabu por muito tempo. As pessoas não queriam falar sobre isso. O que estamos fazendo, agora, é trazer mais atenção para a questão e suas consequências, particularmente a questão da saúde da mulher e da violência doméstica - afirma Lakshmi Sundaram, presidente da associação “Girls not Brides”, que reúne 350 organizações em 50 países e integrou a comissão que elaborou o documento.

O movimento também acontece no cenário internacional. Em maio, o Painel sobre a Agenda de Desenvolvimento pós-2015 publicou um relatório em que recomendava às Nações Unidas incluir entre as metas para 2030 a erradicação do casamento infantil. Em março, o Congresso americano aprovou o Violence Against Women Act, que contém uma cláusula exigindo do secretário de Estado americano o desenvolvimento de uma estratégia para combater a prática.

- O casamento infantil não é só uma questão moral. É uma questão estratégica, porque o que acontece com uma menina individualmente afeta a estabilidade da sua família, da sua comunidade e tem implicações maiores para a estabilidade do país e de sua política externa - aponta uma pesquisadora do Council on Foreign Relations e professora de direitos da mulher na Georgetown University. Relatório publicado por ela no início do ano mostra como os Estados Unidos podem se beneficiar ao se envolverem na questão. A pesquisadora destaca que a prática prejudica o crescimento econômico e a saúde global, uma prioridade em que Washington gasta bilhões de dólares em ajuda externa a cada ano.

- A perpetuação do casamento infantil apenas exacerba pobreza, analfabetismo, problemas de saúde e instabilidade em locais já tomados por desafios complexos. É um momento crítico na vida de uma menina onde ela pode continuar na escola e se tornar mais capaz de contribuir economicamente para sua família e país ou se casar e ser exposta à violência sexual e abuso intoleráveis, muitas vezes nas mãos de homens muito mais velhos - destaca Rachel, que trabalhou com Hillary Clinton na secretaria de Estado dos EUA.Na Índia, o número de casamentos infantis vem caindo, mas em alguns estados o percentual ultrapassa os 50%. Os índices mais elevados são registrados em Bihar (64%), Rajastão (58%), Jharkhand (60%), Andhra Pradesh (56%) e Bengala Ocidental (53%). O problema é mais grave em áreas rurais, se comparado com centros urbanos, com 56% e 29% de prevalência, respectivamente.


- Aos poucos, está se elevando a idade média das meninas ao se casarem. Em algumas áreas, a redução acontece de forma mais devagar do que outras. E isso está muito ligado à pobreza. Quanto mais pobre é a região, menos escolas, hospitais, postos de trabalho estão disponíveis para que as meninas tenham perspectivas de um futuro melhor - explica Priya Nanda, diretora para saúde reprodutiva na ONG International Center for Research on Women’s (ICRW) em Nova Délhi.


Após o casamento, as adolescentes são, normalmente, tiradas da escola e expostas a riscos para a saúde associados à atividade sexual precoce e gravidez, como contaminação por HIV, parto prematuro e violência sexual Segundo pesquisa, a incidência do casamento infantil na Índia é de 77% entre meninas sem escolaridade, 62% entre aquelas com o primeiro grau completo e de 27% para aquelas com segundo grau ou mais. Outro levantamento da ONG revelou que, nos estados de Bihar e Jharkhand, mulheres casadas antes dos 18 anos tinham duas vezes mais probabilidade de relatarem episódios de abuso ou ameaça por seus maridos do que meninas que se casam mais tarde. Eles também tinham três vezes mais chances de serem forçadas a ter relações sexuais nos primeiros seis meses de casamento.


- Ser uma mulher, com pouca educação, de uma família pobre ou com muitos filhos, torna a menina mais vulnerável a sofrer abusos dentro e fora do casamento. O casamento infantil é majoritariamente uma resposta para um fardo financeiro - defende Sunayana Walia, coordenadora de um projeto, financiado pela União Europeia, que atua em áreas rurais para conscientizar meninas sobre planejamento familiar e educação sexual. - Se as meninas estão na escola e conseguem mais oportunidades de educação e trabalho, há um potencial de atrasar o casamento. O fator econômico é
muito alto e se isso é bem endereçado, há uma mudança de paradigma.


Em muitas regiões do país, o dote pago pelos pais da noiva é maior quando a mulher é mais velha e com escolaridade elevada, o que torna o casamento infantil mais atraente. É comum ainda que a família organize o casamento duas ou três irmãs, de diferentes idades, no mesmo dia a fim de economizar os gastos com a cerimônia.Ativistas indianos têm apostado em programas educacionais para conscientizar meninas e suas famílias sobre as consequências devastadoras da prática. Mas ressaltam que, em paralelo, é preciso fortalecer a legislação.Na prática, poucos casamentos infantis tornam-se caso de polícia, seja pela falta de fiscalização ou por um pacto de silêncio compartilhado na comunidade. No último levantamento do Escritório Nacional de Registros Criminais, em 2011, apenas 113 casos foram registrados.


- É fundamental assegurar que haja leis que tornem inaceitável o casamento infantil e que elas sejam implementadas, em todos os níveis de governo. Muitas vezes a lei oficial diz que crianças não podem se casar, mas cortes religiosas aceitam a prática. Outras vezes é muito difícil provar que houve crime por não há qualquer registro oficial contendo a idade dos noivos. Mas também é muito importante, da perspectiva do governo, oferecer alternativas de qualidade para que quando a menina termine escola ela possa ver possibilidades além do casamento para sobreviver.Os EUA, que parece querer dirigir o mundo inteiro, ostentando força e não ajudando nada, poderia investir com maior dignidade.... Já que se diz tão poderoso, com ares de autocrata, deveria usar seus dólares para acabar com essa vergonha que entristece a mim e qualqueroutra mulher que nasceu livre mas está de mãos amarradas para poder fazer algo de positivo para ajudar esses povos... Eu digo: - Esquecidos por Deus....



Texto di: JUSSARA SARTORI
Escritora , Poetisa & Freelance