terça-feira, 23 de outubro de 2012

TORTURADOR DE MULHERES



Na Índia isso é normal >

Mais um caso de mulher torturada na Ásia Meridional. Dessa vez foi na Índia. Purnima Halder, de 35 anos, junto com suas três filhas viviam horrendamente torturadas por marido e pai,

Uttam Halder, encanador vivia torturando a esposa e maltratando às crianças. Acabou por colocá-las na rua como um objeto sem validade.

A mulher foi presa após vender suas três filhas por 185 rupias, pouco menos de sete reais.

O homem estava bêbado quando aconteceu esse incidente em Bengala Ocidental. A polícia disse que Purnima estava no auge do desespero porque não conseguia comprar alimentação adequada para as filhas.

As duas meninas mais velhas (de 10 e 8 anos) foram vendidas e a mais nova, de quatro anos, foi doada.

A cidadã indiana afirmou que passou as crianças para três pessoas diferentes, para que pudessem receber um bom tratamento.

A Lei conseguiu resgatar as três garotas, depois que moradores informaram a respeito de uma mulher que estava vendendo suas filhas por questões de pobreza.

As menores foram encaminhadas para um abrigo e o pai delas, Uttam Halder foi preso no último sábado, acusado de torturar sua esposa e filhas.


*O texto foi baseado em uma notícia da G1.com

                                                                                        JUSSARA SARTORI


COMENTÁRIO:
 Esse é só mais um caso que acontece diariamente na Índia todos os dias. Em todos os países deveria existir instituições de apoio às mulheres violentadas e maltratadas pelos homens. É indignante saber que mulheres não passam de serem indefesos, na maioria das vezes; sem ter quem as proteja e defenda e sem poder revidar.....Para ter mais informações sore esse artigo  vá no google tradutor
 na parte superior, à esquerda do blog.

                                                                                         Jussara Sartori

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

REALIDADE VIRTUAL


Uma jovem sul-mato-grossense de 18 anos foi encontrada desacordada e com sinais de espancamento, em Salvador , na noite de terça-feira (16/10). Segundo informações dadas pela família da jovem à polícia, ela foi visitar uma amiga que conheceu na Internet, com quem mantinha contato há três anos.

O irmão da moça contou à polícia que sua irmã viajou para a Bahia na sexta-feira (12/10) para passar o último feriado. Entrou em contato com a família, pelo celular, para dizer que havia encontrado a amiga, conforme o combinado e estava bem

A família relatou que após esse telefonema o celular da moça passou a ficar desligado e que não conseguiu mais contato com a jovem. Segundo seu irmão, eles só ficaram sabendo do desparecimento quando Jezabel ligou na segunda-feira  para informar que a garota estava desaparecida desde sábado.
“Depois de muita angústia, ontem, à noite a amiga ligou dizendo que ela havia sido encontrada”, conforme relatou a família.

Conforme o site Salvador Notícias, Joevelly foi encontrada por volta das 18:45hs em um matagal  na Leste 2, em São Cristóvão. Ela estava desacordada, bastante machucada, com sinais de violência e respirando com dificuldade. A Polícia aguarda o laudo médico que vai apontar se a garota foi estuprada.

O pai e uma tia da jovem foram para Salvador. Muito abalada, a mãe não conseguiu viajar. A jovem está em coma induzido e permanece internada sob escolta policial. “Estão todos muito tristes. As informações são confusase ninguém sabe o que realmente aconteceu naquele matagal e o porquê.

A mãe só autorizou a viagem porque também conhecia a menina (via Internet)“Apesar de nenhuma das duas a conhecer pessoalmente, elas conversavam por skype.
Amigos virtuais são perigosos pois muitas vezes eles não nos passam a sua verdadeira identidade; podendo ser pedófilos, assassinos e pessoas muito más, nos enganando sem piedade.

*Notícia baseada em O Progresso, divulgada no Jornal da tarde da Rede Globo.

                                                                                                     JUSSARA SARTORI


COMENTÁRIO: É inadmissível que violências como essas acontecem em pleno século XXI. A Internet não foi criada como uma arma mortal e sim como uma Rede Social onde você pode trabalhar em casa, enviar e-mails à empresas e amigos, usar o Word para guardar seus trabalhos importantes, seus livros, suas escritas... Descobrir pessoas que estão desaparecidas, mandar mensagens de aniversários, casamentos, etc.

Mas usar a sua telinha para matar seres humanos, roubar financeiras, senhas bancárias e outros documentos importantes, é repugnante. Isso vem nos mostrar, mais uma vez que apesar de todas as precauções que tomamos, um dia poderemos ser vítimas e morrermos sem saber o por quê da nossa morte.

domingo, 21 de outubro de 2012

SOLIDARIEDADE

Jornal: LA REPUBLICA
De: ANTONELLA BARINA
Data: Sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O matrimônio forçado hoje é um drama na realidade italiana chegando ao extremo da violência física. É difícil prever quando e onde acontecerá uma tragédia dessas ou mesmo uma data  específica para nos depararmos com um acontecimento desse porte. Mas existe e é comprovado atrás de um muro impenetrável criado pela própria família.

O matrimônio forçado imposto pelos pais sem o consentimento da futura jovem esposa, talvez com um homem que nunca tenha visto e muito mais velho que ela, já casado e com gostos e hábitos diferentes dos da prometida já é realidade frequente na Itália: um drama de muitas moças estrangeiras e  criadas longe do seu país de nascimento,  de origem paquistanesa, bengalesa, indiana e marroquina que sofrem na pele esse drama hediondo.

Faz pouco tempo que uma história dessas se repetiu com a  enésima adolescente, que foi retida e violentada em Solò, perto de Brascia (Itália), pela sua recusa em retornar ao Paquistão, prometida a um homem desconhecido a ela.

Depois do casamento imposto chega-se à violência física. É uma violação dos direitos humanos aos quais a ONU é contrária, pois temos direito à nossa liberdade individual.

É uma privação ao direito que toda pessoa possui de encontrar sua própria alma gêmea, de se enamorar com quem seu coração escolheu.

Mas, sobretudo, é dificílimo denunciar. Difícil porque é duro incriminar ao próprio pai; porque geralmente ela é estrangeira e só pode contar com sua família.

Para ameniza a situação entrará em ação o serviço social italiano, para tentar resolver a tragédia dessa moça, como uma questão social e, praticamente, não haverá a mesma chance de liberdade e escolha que têm os italianos por não estar em seu país de origem.

Terá que emergir por ela só... quase degenerada na violência extrema. Por isso é preferível adaptar-se e suportar tudo pois ninguém a ajudará.

Atualmente está sendo testado um projeto para constatar o fenômeno (que, por inciso, considera também um homem decente em dez).

Realiza-se "ActionAid" que dá apoio aos seus direitos humanos por combater a pobreza no mundo, e "Trama Terre", uma pequena e enérgica Associação Intercultural de Imola, a qual ajuda o estrangeiro em dificuldade.

O projeto interagirá formando grupos de operações por setores inserindo psicologia, força da ordem dos advogados, policiais, e reuni-los para operar e conduzir a propaganda como uma estratégia do governo.

Terá em sua sustentabilidade  a Fundação Vodafone, que dará apoio. Mas só isso não bastará. Para contribuir com sua ajuda humanitária vá em: www.actionaid.it  e www.tramaditerre.org .

                                                                    Postado: ROBERTO ROSSI
                                                                    Traduzido: JUSSARA SARTORI
UM PEQUENO COMENTÁRIO:

Esse artigo fala do abuso que sofrem às meninas, adolescentes e mulheres da Ásia Meridional, onde estão situados os países citados no texto e, atualmente, além da Itália, se estende por todos os países porque  as pessoas imigram para diversos lugares e levam consigo seus costumes e sua cultura. Nós nos horrorizamos, achamos hediondo um tratamento tão selvagem, tão arcaico. Mas, para que isso deixe de acontecer e conscientizar a todos dos direitos que assiste a todos os seres humanos ainda demorará um pouco pois a humanidade tem que ser reeducada (pedagogicamente, socialmente e politicamente). Creio que olhando seriamente por esse prisma, a mulher terá direito e liberdade de agir em pé de igualdade com o homem e não fazer da existência uma "guerra dos sexos"

                                                                                                              Jussara Sartori
 
SOLIDARIETÀ (Articolo originale)

DI ANTONELLA BARINA
Dal Venerdì di la Repubblica del 19 ottobre 2012

IL MATRIMONIO FORZATO, DRAMMA DELLE NUOVE ITALIANE

 È difficile avere dati precisi, perché tutto si svolge dietro al muro impenetrabile della famiglia. Ma il matrimonio forzato, imposto dai genitori senza il consenso della giovane sposa - magari con un uomo mai visto prima, molto più vecchio, già sposato, con gusti e abitudini agli antipodi - è frequente anche in Italia: un dramma per tante ragazze straniere nate e cresciute qui, sopratutto di origine pachistana, bengalese, indiana, marocchina...È di qualche giorno fa la storia dell'ennesima adolescente segregata e violentata a Salò, vicino Brascia, per il suo rifiuto a tornare in Pakistan da un promesso sposo sconosciuto. Eppure il matrimonio coatto, pur senza arrivare alla volenza fisica, è una violazione dei diritti umani sancita dall'ONU. E una prevaricazione al diritto di ogni persona a innamorarsi. Ma anche un sopruso difficilissimo da denunciare. Perché è duro incriminare i propri genitori; perché spesso, se sei straniera, puoi contare solo sulla tua famiglia; perché i nostri servizi sociali tendono a liquidare la tragedia di queste ragazze come una questione culturale, quasi non avessero diritto alla stessa libertà di scelta delle italiane. E così a emergere sono solo i casi che degenerano nella violenza estrema. E troppe preferiscono lasciar perdere , sopportare. Tanto nessuno le aiuta.
 Ma ora è partito un progetto sperimentale per contrastare il fenomeno (che, per inciso, riguarda anche un maschio su dieci). Lo realizza ActionAid, che fa perno sui diritti umani per combattere la povertà nel mondo, e Trama di Terre, una piccola, energica associazione interculturale di Imola, che aiuta le straniere in difficoltà. Il progetto vuol formare gli operatori del settore: insegnanti, psicologi, forze dell'ordine, avvocati, politici... e riunirli in un tavolo che vari linee guida e proponga strategie al governo. A sostenerlo c'è la Fondazione Vodafone, ma non basta: per aiutarli:
actionaid.it e tramaditerre.org 
                                                              Postato: ROBERTO ROSSI



quinta-feira, 18 de outubro de 2012

É PRECISO COLOCAR FREIO NA VIOLÊNCIA


Hoje venho falar novamente de outro país da Ásia Meridional, o Afeganistão, onde o horror dos "homens-machos" sobrepõem às mulheres indefesas e que sempre sofreram abuso sexual.

É indignante, hoje, em pleno século XXI, crianças, adolescentes e mulheres serem tratadas como animais (refiro-me aos animais selvagens "como exemplo"; mas eles também devem ser tratados com dignidade e carinho pois têm vida, como nós, e são carentes; entretanto podendo ser adaptados ao meio.

Estou falando de SAHAR GUL, mais uma vítima dessa monstruosidade que as mulheres afegãs sofrem todos os dias.

A adolescente, de 14 anos, foi espancada até quase morrer (sendo encarcerada por mais de seis meses porque ela se negou a se prostituir).

Será que os antropólogos pensam estar enriquecendo a riqueza cultural do país, cruzando os braços, para um gesto tão bizarro como o de se permitir ao marido Mohamed Azim, com a ajuda de seus familiares, cometer um ato tão hediondo?
Como monstros assim podem se casar? Como nasceriam e seriam criados os seus filhos? Creio que já nasceriam revoltados com o mundo.

A polícia da província de Bahglan (região norte do Afeganistão) contou que ela estava trancada no banheiro e que seu estado era muito grave. De acordo com a mídia internacional, as mulheres da família, terão uma pena melhor do que a que receberiam no Brasil. Será que a pena imputada a elas seria a mesma recebida por Sahar?

Tal monstruosidade não só afetou a sociedade como também o presidente do país Hamid Karzai, o qual prometeu que todos os responsáveis serão castigados (no Afeganistão a lei não protege bandidos).

A vítima mora na província de Badakhshan, da região norte do Afeganistão e se casou com Azim há nove meses e desde então apanha do seu marido, que conseguiu fugir antes que a polícia chegasse.

Isso não aconteceria se todos tivessem direito à educação pedagógica e, juntamente com o currículo escolar fosse adaptado a socialização entre a mulher e o homem.

Os casos de machismo e agressões no Afeganistão tem chamado muito a atenção da mídia internacional (compra e venda de mulheres para casamentos, casamentos infantis - "já vi muitos desses casos na Índia" - estrupo e o 'BAAD' (onde a mulher serve de presente para resolver problemas financeiros; lá isso é comum)

Na província de Kurduz, é horrível repensar, jovens entre 8, 12 e 17 anos foram atacadas com ácido por parentes de um pretendente que foi rechaçado por uma delas. Essas pessoas são ateus fanáticos; aliás não devem nem saber quem criou o mundo.

Toda essa ignorância que ronda àquelas regiões é uma exacerbada falta de cultura (uma cultura padronizada em escalas, como por exemplo: - Já que um país é inculto e o machismo impera, deveria haver obrigatoriedade de se estudar desde os tenros anos, a educação religiosa, comportamentos social e sexual, educação pedagógica e comportamento de relacionamento.... Creio que assim tudo caminharia na santa paz de Deus).

O Brasil que não se cuide pois os seus antropólogos apoiam às torturas imputadas em crianças, praticadas por índios.

A jovem Sahar foi transferida para um hospital na Índia, que não é o melhor lugar do mundo mas, com certeza, um pouco melhor que o Afeganistão, onde o TALIBÃ também impera.

As mulheres têm que procurar força, muita força, dentro de si mesmas para poder vencer. Por isso venho comentando sobre PARITARIO, PARITA, PARITISMO, IGUALDADE... O mundo precisa viver em harmonia para que haja felicidade universal.
 JUSSARA SARTORI

DOBBIAMO METTERE FRENO SULLA VIOLENZA

 PICCOLO COMMENTO :
- E 'inadimissível che in eventi del XXI secolo può succedere così provare a lottare per combattere la violenza contro le donne. La verità, tuttavia, secondo me, ciò che colpisce il mondo è una grande mancanza di volontà di lottare per i diritti delle donne (SIMBOLI DELLA CREAZIONE DIVINA).

WE MUST STOP THE VIOLENCE (Comment in English)

This post (original in Portuguese) was about one woman (teenager) that suffered violence from her husband and his family. She was taken to a hospital in India to recover for the injuries suffered because she almost passed away. Check the text above out to find out more information about this case and one opinion about this situation. Use the google translator (in the top and left of this page) to translate the text to your language.

For more information visit The New York Times in this address: http://www.nytimes.com/2012/08/12/world/asia/wed-and-tortured-at-13-afghan-girl-finds-rare-justice.html?pagewanted=all&_r=0