domingo, 10 de junho de 2018

TU SEI LA VITA MIA...


Immagino...
Penso in noi due,
come io sogno sempre...
Tu sei il mio amato delicato,
che accarezza tutta me,
perchè nostri corpi si desidera.
Il sono il angelo che lo ama,
che aspeta ansiosa per il suo tocco
dolce, come un petalo di una rosa.
Solo tu sapa acarezzare a me
con una tenerezza infinita.
asaue mani percorre il mio corpo
come si essere una arte sacra.
Tu bacia tutta a me con desidèrio.
Il miei seni resta irto di piacere..
Tu scendi mai un può
baciando io mio ventre.,
facendome vibrare come un terremoto.
Scendi un puo mai
ed bacia la mia regione sacra
a esalare profumo di cannella.
Tu senti pazzo di amore ed desidèrio...
Ed penetra in me con una dolccezza infinita.
Il mio corpo bruccia di piacere...
Nostro orgasmo essere infinito:
uno dopo altro...
Tu me abbraccia con carezza ed dime:
-Tu sei la vita mia.....
 
POESIA DI: JUSSARA SARTORI
Poetessa, scrittrice & Freelance

sábado, 2 de junho de 2018

LEMBRANÇAS DA DITADURA......

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Aurora Nascimento Furtado
Nascimento 17 de junho de 1946
São Paulo, Brasil
Morte 10 de novembro de 1972 (26 anos)
Rio de Janeiro, Brasil
Nacionalidade Brasil brasileira
Ocupação estudante de psicologia
ativista


Aurora Maria Nascimento Furtado (codinome: Lola; São Paulo, 17 de junho de 1946Rio de Janeiro, 10 de novembro de 1972) foi uma militante que lutou pela democracia no Brasil. Era militante da Ação Libertadora Nacional, organização de extrema-esquerda contra a ditadura militar brasileira instituída em 1964, morta na cidade do Rio de Janeiro, aos 26 anos, após ser torturada por agentes do governo.
Filha de Mauro Albuquerque Furtado e Maria Lady Nascimento Furtado, era ativa militante do movimento estudantil nos anos 1967–68, estudava psicologia na Universidade de São Paulo e colaborava na imprensa da União Nacional dos Estudantes (UNE), de São Paulo. Militando inicialmente no PC do B, trabalhou como bancária na agência do Banco do Brasil no bairro do Brás. Após a implantação do AI-5, passou a atuar politicamente na clandestinidade.
Ingressando na luta armada, participou do assalto à Casa de Saúde Dr. Eiras, em Botafogo, no Rio, em 2 de setembro de 1971, quando foram mortos o chefe de segurança Jayme Cardenio Dolce e mais dois seguranças da instituição.
Durante uma batida policial realizada por uma patrulha do 2º Setor de Vigilância Norte, em 9 de novembro de 1972, em Parada de Lucas, no Rio de Janeiro, onde se encontrava num "fusca" com o companheiro de guerrilha Herbert José Gomes Goulart, resistiu à abordagem e após rápido tiroteio, que resultou na morte de um policial atingido por ela, o detetive Mário Domingos Panzariello, acabou sendo presa, ferida por um tiro que lhe destroçou o joelho. Sofrendo sevícias desde o momento de sua prisão na via pública, ela foi encaminhada à "Invernada de Olaria" – grande delegacia da polícia civil no subúrbio carioca ligada ao Esquadrão da Morte e hoje sede de um batalhão da PM – onde sofreu torturas no pau-de-arara, sessão de choques elétricos, somados a espancamentos, afogamentos e queimaduras. Aurora foi submetida ao suplício da "Coroa-de-cristo", ou seja "torniquete", uma tira de aço com parafusos colocada em volta da cabeça que gradativamente apertada leva ao esmagamento do crânio fazendo os olhos saltarem para fora das órbitas. Ceio que muitos compositores que escrevem sobre à mulher nestas circunstâncias, foi deportado nesta horrível época. Eu não quero isto para mim nem para os meus filhos. Onde estava Deus neste momento? ELE entregou seu filho, JESUS CRISTO, e muitas pessoas que foram torturadas e mortas aqui, no Brasil, na Itália, Alemanha, onde conheci o que restou do Muro de Berlim e o cemitério dedicado aos Judeus, que foram torturados e mortos por Hitler, aquele maluco. Mas... Continuando à história de Aurora Maria Nascimento Furtado.....
No dia seguinte, o seu corpo foi encontrado crivado de balas na esquina das ruas Adriano com Magalhães Couto, no bairro do Méier (RJ), junto a um veículo VW, placa DH-4734, marcado de tiros. Segundo versão oficial divulgada pelos órgãos de segurança, a militante teria morrido durante uma tentativa de fuga da guarnição da rádio-patrulha que a prendera.
O corpo de Aurora foi submetido à necrópsia no Instituto Médico Legal, pelos drs. Elias Freitas e Salim Raphael Balassiano, cujo laudo determinou como causa mortis "ferimentos penetrantes na cabeça". As fotos que acompanharam o laudo de perícia do local, de nº 6507/72, mostraram marcas de tortura no corpo, aprofundamento do crânio e escoriações nos olhos, no nariz e boca, que não foram relatadas na necrópsia.
O pai da militante morta, Mauro Albuquerque Furtado, reconheceu o corpo da filha em 11 de novembro de 1972, que foi levado à São Paulo onde foi entregue à família em caixão lacrado, com a determinação para que não fosse aberto. A família não só não acatou tal ordem como também, através de advogados, obteve nova necrópsia do IML, que constatou no corpo de Aurora, inúmeros sinais das torturas sofridas (queimaduras, cortes profundos, hematomas generalizados) com um afundamento no crânio de cerca de 2 cm, proveniente do emprego da "coroa de cristo", a causadora da morte. Eni Moreira, advogada de presos políticos durante a ditadura militar, que liberou o corpo de Aurora a pedido da família, relatou tê-lo visto dilacerado, com afundamento do maxilar, um corte do umbigo à vagina, fratura externa num dos braços, sem unhas, bicos dos seios arrancados e um olho saltado, resultante do esmagamento do crânio.
Eni chorou ao dar uma entrevista, a qual eu pude ver, depois de tantos anos. Tudo isto por causa do atual tirano, presidente Temer Vampiro. Eni chorou ao relatar tudo que viu e eu chorei também, por pensar que têm muita gente querendo a ditadura militar, que é triste, dolorosa, para quem cai nas mãos do exército. Naquele tempo eu era apenas uma garotinha, mas me lembro bem, quando o meu pai me mandava ao correio, pegar às correspondências na caixa e eu via àquela lista imensa de pessoas que foram se refugiar em outros países, para não serem torturados nem mortos. Na época eu não entendia nada destas coisas, mas fiquei sabendo que várias pessoas morreram (no mínimo sobre tortura violenta, com a de Aurora Maria Nascimento Furtado. Sinto-me realmente mal quando leio, escuto ou vejo documentários de pessoas que sumiram e nunca mais apareceram. Lembro-me daquela música linda, Pra não dizer que não falei das flores (onde está seu compositor e cantor? A musica, de letra tão linda, que emociona até hoje, é escutada com emoção... E, agora, tem pessoas que pedem a ditadura militar... O homem em si já é um monstro.... No comando das leis, pelo que entendo você tem que estar sempre de boca chiusa; não pode expressar seus sentimentos; não tem direito à nada. Meu Deus! Em que país nasci? Ainda bem que vivo pelo avesso, onde minha vida não depende da realidade perversa, de homens mais perversos ainda. Tenho estado muito preocupada e nervosa com este presidente que Deu o golpe e usurpou de um governo que náo era dele; para roubar, roubar , roubar.
Tenho pena de quem esta querendo que o governo se torne uma ditadura militar..Por que estas pessoas não se mudam para a Venezuela? É tão perto daqui!
Mas eu, ainda, hei de me mudar para a Europa, para sempre. Estive lá um mês, em fevereiro e pude ver a diferença de cultura. Brasileiro é "burro"... Com toda certeza é burro.

Versões das responsabilidades

Os relatórios das Forças Armadas até hoje são omissos sobre o assunto. Em depoimento ao livro Anos de Chumbo, o ex-comandante do DOI-CODI do I Exército, general Adyr Fiuza de Castro, afirmou que Aurora foi presa, durante uma batida contra o tráfico de drogas, e morta, sob tortura, pela polícia civil, por ter matado um policial com um tiro no rosto durante a abordagem. Segundo ele, a polícia civil foi a única responsavelpela captura e morte Aurora, sem conhecimento da polícia política. No mesmo depoimento, o general Fiuza destaca a coragem de Aurora no confronto com a polícia, que, segundo ele, mesmo torturada até a morte, nada disse a seus torturadores, que imaginaram o tempo todo estarem tratando com uma grande traficante de drogas.
Anos depois, o cineasta e ex-preso político Renato Tapajós, cunhado de Aurora ao tempo de sua morte, em depoimento à seção paulista da Comissão da Verdade, desmentiu a versão de Fiuza, e afirmou que seus torturadores eram agentes da repressão política. Segundo Tapajós, a batida policial em Parada de Lucas não foi aleatória, nem a abordagem do veículo onde ela se encontrava foi casual, mas um cerco da repressão na área, feito pela polícia e com a participação de agentes do CISA, o serviço de inteligência da Aeronáutica.

Homenagens

Após a redemocratização do país, Aurora batizou o nome de duas ruas, uma no bairro de Bangu, no Rio de Janeiro e outra no distrito de Jaçanã, na cidade de São Paulo.
Seu cunhado na época, Renato Tapajós, escreveu um livro em forma de romance sobre sua sua trajetória de vida, Em Câmera Lenta, em 1977.


Texto dividido com o original, contendo o que penso  desta época horrível e tipo de tratamento às mulheres e aos homens, durante muitos anos. Muitas pessoas estão desaparecidas até hoje. No mínimo devem estar mortas. Chamo o brasileiros de burro por não saber elaborar às suas ideias, mesmo tendo frequentado uma universidade. Amigos, pensem e vejam o que querem para o país em que nasceram e pensem: - Nosso país é tão lindo e nós mesmo estamos avacalhando com ele. Eu me desculpo pela parte que me cabe mas, não posso fazer lavagem cerebral em quem venda os olhos e arrolham os ouvidos. Desculpe-me ter trazido à tona história tão triste... Mas ela me veio de graça. Pensem no país que querem para vocês e seus filhos (estão sofrendo de uma lavagem cerebral sem se darem conta disto. Então vamos acordar e lutar pelos seus direitos verdadeiros, e não o que o William Bonner sussurra nos seus ouvidos toda noite. Eu não assisto mais à televisão nem outro canal. Já estou cansada de escutar mentiras, que me deixam possessa de raiva e não poder fazer nada para melhorar. é assim que me despeço de vocês hoje; mito triste e com vontade de chorar....

JUSSARA SARTORI
ESCRITORA|POETISA|ESCRITORA
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segunda-feira, 21 de maio de 2018

MONDO ASTRATTO



La mia vita non è il valzer di Strauss, ma i miei pensieri vivono interiormente, come se avessi cambiato, sicuramente lì. Il mio compagno di blog mi ha abbandonato, mi ha bloccato in tutto ciò che è una pagina social. Mi ha congestionato perché, forse, non sa come provare una vera sensazione che un valzer può produrre nella sua mente.



 
E sta ascoltando, pensando a questo ritmo felice che sto scrivendo alle tristi storie, senza lasciare sequel nei miei pensieri. So che oggi hanno ucciso molte donne, molestato altre centinaia e violentato così tante persone. La polizia non fa nulla perché non possono difendersi.Noi donne sogniamo l'amore, con la felicità, con un uomo gentile dalla nostra parte ..


. Nel frattempo cambio il mio valzer e continuo a ballare, a non pensare, a non cadere nell'abisso senza fondo della solitudine. Vedo nelle strade in cui cammino, sulle riviste e sui giornali in edicola, leggo. Penso che tutto questo non esista, che sia un incubo. Vorrei avere il potere magico dei racconti dei miei figli ... Non penso di averli mai lasciati, perché la prima volta che me ne sono andato, mi sentivo male e avevo quasi finito

.Non mi piace pensare all'animale, l'uomo rettile; chi ci fa del male, ci fa male Se li ascoltiamo, saremo avvolti da un cobra gigante, che può soffocarci e ucciderci.Cerco di stare lontano da questi esseri efferati nella vita reale; ma dall'altra parte continuo a ballare perché vivere così è un bene per me. L'esperienza reale che ho avuto non era buona; è stato terribile Non mi sono liberata di lei definitivamente perché a volte qualche scena deprimente incrocia il mio percorso.

 Sì, ma sono io che faccio il mio destino (non è così che la gente di solito ci dice?) ... Ma il mio destino è solo mio e nessuno, né più, mi farà soffrire.Questo è per tutte le donne che leggono questo testo. Se vivi, vivi o sei sposato con una persona che ti fa del male, ti rende infelice, sentendoti emarginato, è perché quest'uomo è un idiota e deve fare di tutto per sbarazzarsi di lui prima che lui la uccida e con il suo corpo ciò che rende i molti Brunos della vita; taglia il suo corpo in pezzi e dà il cibo ai cani. Non chiamo quest'uomo un uomo, ma un demonio.


 
Cerco di riempire tutte le vuote lacune del mio cervello, cercando di non pensare a nessuno tranne a mio figlio, che è un angelo; chi vive accanto a te vivrà in un paradiso. Se tutti fossero uguali a lui, non avrei questa fobia che mi accompagna sempre. Questo perché non ho organizzato nella vita reale. Non si può vivere il "qui, ora" basato sul valzer e con i suoi principi. A meno che tu non decida di vivere in un mondo astratto, che tu stesso hai creato, per sfuggire alle molte sofferenze trovate nel modo.



Testo di; JUSSARA SARTORI
Scrittricce, Poetessa & Freelance

VIDA ABSTRATA...

Minha vida não é valsa de Strauss mas, meus pensamentos vivem a bailar no no avesso, com se eu tivesse mudado, definitivamente para lá. Meu companheiro de blog me abandonou, me bloqueou em tudo que é pagina social. Ele me congestionou porque, talvez, não saiba vivenciar um sentimento verdadeiro que uma valsa pode produzir em sua mente.
 
E é escutando, pensando neste ritmo feliz que vou escrevendo às histórias tristes, sem deixar sequelas em meu pensamento. Sei que hoje assassinaram muitas mulheres, assediaram outras centenas e estupraram outras tantas. A policia não faz nada pois não pode defender nem ela de si mesma.
Nós, mulheres, sonhamos com o amor, com a felicidade, com um homem gentil do nosso lado... Enquanto isto mudo de valsa e continuo bailando, para não pensar, para não cair no abismo sem fundo da solidão.
 
Vejo nas ruas por onde ando, pelas revistas e jornais nas bancas, nas reportagens que leio. Penso que tudo isto não existe, que é um pesadelo. Gostaria de ter o poder da magia dos meus contos de criança... Aliás creio que nunca saí deles pois, a primeira vez que saí, me dei mau e quase me acabei.
Não gosto de pensar no animal, no réptil homem; que nos fere, nos machuca. Se os escutarmos seremos enroladas por uma cobra de porte agigantado, que poderá nos asfixiar e matar.

Eu procuro me manter longe destes seres hediondos na vida real; mas pelo avesso continuo bailando pois viver assim me faz bem. A experiência real que tive não foi boa; foi horrível. Ainda não me livrei dela definitivamente porque, às vezes, alguma cena deprimente atravessa o meu caminho. Sim mas, sou eu que faço o meu destino (não é assim que as pessoas costumam a nos falar?)... Mas o meu destino é só meu e ninguém, nunca mais, irá me fazer sofrer.

Isto serve para todas às mulheres que lerem este texto. Se você mora, vive ou é casada com uma pessoa que a magoa, a faz infeliz, se sentir à margem da sociedade, é porque este homem é um crápula e tem que fazer de tudo para se livrar dele antes que ele a mate e faça com seu corpo o que faz os muitos Brunos da vida; corta o seu corpo em pedaços e dá para os cachorros comerem. Eu não chamo uma pessoa desta de homem e sim de demônio.
 
Procuro preencher todas às lacunas vazias do meu cérebro procurando não pensar em ninguém, a não ser o meu filho, que é um anjo; quem viver ao seu lado irá viver em um paraíso. Se todos fossem iguais a ele eu não teria esta fobia que me acompanha sempre. Isto porque não me organizei na vida real. Não se pode viver o "aqui, agora" baseando-se nas valsas e com seus príncipes. A não ser que você resolva a viver dentro de um mundo abstrato, que você mesma criou, para fugir de tantos sofrimentos encontrados no caminho.


Testo de: JUSSARA SARTORI
Escritora, Poetisa & Freelance